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Ronda Rousey faz 1ª encarada com Carano e alfineta UFC Casa Branca. Veja vídeo

 Ronda Rousey e Gina Carano irão se enfrentar em 16 de maio, após a ex-campeã voltar da aposentadoria do MMA

Ronda Rousey e Gina Carano fizeram a primeira encarada oficial nessa terça-feira (10/3) para a superluta de MMA que farão em 16 de maio. O combate entre as duas é promovido pela Netflix e será realizada na Califórnia. Neste encontro inicial, o mediador foi o lutador e influenciador Jake Paul.



Após as encaradas, foi realizada uma coletiva de imprensa. Nela, Ronda não poupou palavras para criticar o UFC, instituição pela qual atuava antes de se aposentar. O mais citado foi o nome do próprio presidente, Dana White.

Segundo a lutadora, o mandatário não se importa mais com a qualidade dos duelos e é apenas controlados pelo o que é mais lucrativo.


“Dana está legalmente preso aos acionistas para maximizar o valor das ações e, infelizmente, agora que tomaram dele as rédeas da companhia, ficou praticamente irreconhecível. Eles precisam ser salvos de si mesmos e, por sorte, estou aqui para ser o herói”, disse Ronda.

Veja vídeo:

A ex-campeã disse que chegou a oferecer a luta ao UFC, mas foi rejeitada. Segundo ela, isso mostra mudanças negativas na instituição. “Antigamente o UFC era o melhor lugar a que você poderia ir nos esportes de combate para ganhar a vida e ser pago com justiça, e agora é um dos piores lugares para ir. É por isso que muitos dos seus melhores atletas estão saindo para procurar pagamento em outros lugares“, criticou a atleta.


UFC Casa Brance

Por fim, Ronda ainda comentou sobre o UFC Casa Branca, evento que irá acontecer na residência presidencial em junho deste ano.


“Dana sabe que o card da Casa Branca é uma droga! Ele sabe que estavam promovendo essa coisa por mais de um ano e não chegou perto das expectativas. Ele estava tão chateado que estava falando de uma luta que caiu na véspera”, avaliou ela, ao indicar que a superluta contra Carano desbancará o evento de Dana White.

Toffoli será relator do pedido para abertura de CPI do Master

 Deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) quer que o Supremo obrigue Hugo Motta a instalar a comissão

O ministro Dias Toffoli foi sorteado relator do pedido do deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) para que o STF (Supremo Tribunal Federal) obrigue a Câmara dos Deputados a abrir uma CPI sobre o caso do Banco Master.



O parlamentar conseguiu a assinatura de um terço dos parlamentares, mas o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), não tomou nenhuma decisão a respeito.


Rollemberg quer que o Supremo obrigue Motta a instalar a comissão. A resposta ao pedido caberá a Toffoli, que se afastou da relatoria do caso Master após revelações a respeito da relação dele com o dono da instituição financeira, Daniel Vorcaro. (CNN)


Genial/Quaest: avaliação negativa do governo Lula sobe e chega 43%

 Pesquisa considerou 2.004 entrevistas realizadas entre os dias 6 e 9 de março; margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para cima e o nível de confiança é de 95%

A avaliação negativa ao governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), é de 43% de acordo com uma pesquisa Genial Quaest divulgada nesta quarta-feira (11). Aqueles que consideram a gestão atual como positiva são 31%; enquanto outros 25% dizem ser "regular" e 1% não soube, ou não quis responder.



Série histórica

O índice de avaliação negativa alcançou seu patamar mais alto desde maio do ano passado, quanto também registrou 43% dos entrevistados.



Já no caso daqueles que avaliam a gestão como positiva, houve uma queda de dois porcento, se comparado com o mês de fevereiro. Já tinha-se alcançado o nível de 31% em novembro do ano passado.


A porcentagem dos que avaliam o trabalho do presidente Lula como regular também teve uma queda desde o mês passado, quando o número registrado foi de 26%.



Metodologia

A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 6 e 9 de março, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-05809/2026. (CNN)

Senado aprova reajuste e reestruturação de cargos com impacto de R$ 5,3 bi

 Proposta de autoria do Executivo que contempla servidores do governo federal foi aprovada em votação simbólica, em que não há contabilização individual dos votos

O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (10), um projeto de lei que dá reajustes para servidores do Executivo e reestrutura carreiras do governo federal. O impacto orçamentário previsto, segundo o próprio Ministério da Gestão e Inovação, é de até R$ 5,3 bilhões para este ano.



Foram quatro projetos de lei apensados em um, todos de autoria do Executivo, que agora seguem para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os textos haviam sido aprovados na Câmara no início de fevereiro, logo no começo das atividades legislativas, após acordo entre Casa e o governo para acelerar a aprovação.


A proposta foi aprovada em votação simbólica, em que não há contabilização individual dos votos.


O reajuste é concedido em um momento em que se discute o fim dos penduricalhos, tema alvo de discussão em grupo de trabalho que reúne governo, Congresso e STF. Para o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), relator do texto no Senado, essa proposta não tem relação com os supersalários.


“Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Nós estamos fazendo a maior reestruturação de carreira da história do serviço público brasileiro. Sem conceder um aumento. É a melhor e maior reestruturação de carreira da história do serviço público, que ficou congelado durante anos. Isso não tem nada a ver com penduricalhos. É valorização do servidor público”, disse após a votação.


A proposta institui ainda o Reconhecimento de Saberes e Competências para técnicos-administrativos da educação, mecanismo que permite elevar o incentivo à qualificação com base na experiência profissional acumulada ao longo da carreira.


Outra mudança relevante é a criação da Carreira de Analista Técnico do Poder Executivo Federal, destinada a profissionais de nível superior que atuarão em atividades técnico-administrativas especializadas em órgãos e entidades da administração pública federal.


A carreira terá exercício descentralizado, com servidores podendo atuar em diferentes áreas do governo conforme a demanda.


O texto também promove mudanças na estrutura de carreiras na área da cultura, reorganiza cargos no Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e cria a GTATA (Gratificação Temporária de Execução e Apoio a Atividades Técnicas e Administrativas) para servidores que atuem em funções específicas da administração federal.


De acordo com o MGI, todo o impacto orçamentário da aprovação do projeto está previsto na LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2026, “mas não necessariamente serão executados integralmente no ano porque eles dependem da implantação dos Institutos Federais de Educação e da própria realização ou finalização dos concursos para os cargos que estão sendo criados”.


“Ao estruturar essas mudanças de forma integrada, o projeto amplia os instrumentos de modernização da gestão de pessoas na Administração Pública Federal, busca reduzir distorções remuneratórias entre carreiras e cria condições mais equilibradas para atrair e reter profissionais qualificados no serviço público”, completou o ministério. (CNN)

Nova 364 participa de blitz educativa de prevenção às queimadas em parceria com a SEDAM

 


A Concessionária Nova 364 participou de uma blitz educativa de prevenção às queimadas em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (SEDAM). A ação teve como foco orientar motoristas e a população sobre os riscos de incêndios e queimadas florestais.

Durante a atividade, equipes realizaram abordagens aos condutores e distribuíram materiais informativos com orientações sobre os danos das queimadas ao meio ambiente, à saúde e, principalmente, ao trânsito. A iniciativa integra a Campanha de Prevenção e Combate às Queimadas e Incêndios Florestais 2026, que prevê uma série de ações educativas em municípios de Rondônia.

De acordo com a engenheira de Meio Ambiente da Nova 364, Ana Rúbia Parra dos Anjos, a conscientização é essencial para reduzir os riscos nas rodovias. “A blitz educativa teve como objetivo conscientizar motoristas e a população sobre os riscos das queimadas, destacando os impactos ambientais, à saúde e também à segurança nas rodovias. Quando o fogo ocorre próximo às estradas, a fumaça pode reduzir a visibilidade e aumentar significativamente o risco de acidentes”, destacou.

A ação contou ainda com a participação de parceiros como a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Corpo de Bombeiros, Batalhão da Polícia Ambiental e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A participação da Nova 364 reforça o compromisso da concessionária com a segurança viária e a responsabilidade socioambiental, promovendo iniciativas de conscientização para prevenir queimadas e tornar as rodovias mais seguras para todos.

Foto: Divulgação

FONTE - ASSESSORIA

IPAM desmente ligação com investimentos no Banco Master

 O Instituto esclarece que aplicações ocorreram antes da existência do banco e reforça que quase todo o patrimônio está aplicado em instituições públicas federais e títulos públicos...

foto - reprodução

O Comitê de Investimentos do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho – IPAM esclarece que não possui e jamais realizou investimentos em produtos financeiros do Banco Master ou de seu antecessor, o Banco Máxima.

Os investimentos mencionados em reportagens recentes referem-se a aplicações realizadas em fundos do mercado financeiro no ano de 2012, período anterior à criação do Banco Master em sua atual estrutura, não havendo qualquer relação direta entre essas instituições e os recursos do Instituto.

Essas aplicações ocorreram em dois fundos de investimento que atualmente se encontram em processo de liquidação, situação que limita o resgate imediato dos recursos. Em um deles há atualmente passivo estimado em aproximadamente R$ 5,8 milhões, sendo que o resultado final dependerá da conclusão do processo de liquidação.

Diante das dificuldades identificadas em um desses fundos, a equipe técnica do IPAM buscou esclarecimentos junto à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal no ano de 2018, tendo sido informada de que os fatos relacionados ao caso já eram objeto de investigação pelas autoridades competentes.

Como medida adicional de governança e transparência, o Instituto também solicitou esclarecimentos formais às administradoras e gestoras dos fundos, a fim de avaliar eventuais medidas administrativas ou judiciais cabíveis para resguardar os interesses do regime previdenciário.

O IPAM informa ainda que já prestou esclarecimentos diretamente à Câmara Municipal de Porto Velho, atendendo a convite de vereadores. Na ocasião, representantes do Instituto apresentaram todas as informações sobre o tema, tendo os parlamentares presentes manifestado satisfação com os esclarecimentos prestados.

Importante destacar que essa situação pontual não compromete a solidez financeira do regime previdenciário municipal. Atualmente, cerca de 99,5% do patrimônio investido do IPAM está aplicado em instituições públicas federais, como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e títulos públicos federais vinculados ao Tesouro Nacional, o que reforça a segurança e a estabilidade da carteira de investimentos.

Dessa forma, não há qualquer risco para o pagamento das aposentadorias e pensões dos servidores municipais.

O IPAM reafirma seu compromisso com a transparência, a boa governança e a proteção do patrimônio previdenciário dos servidores públicos municipais.

Porto Velho – RO, 10 de março de 2026

Comitê de Investimentos do IPAM.

Empresário é alvo de operação após alertar facção sobre ação policial em Rondônia

 Uma operação realizada nesta quarta-feira mobilizou equipes do Ministério Público de Rondônia para cumprir ordens judiciais contra um investigado suspeito de atrapalhar investigações relacionadas a uma organização criminosa armada. A ação ocorreu no município de Nova Mamoré e faz parte de um desdobramento de apurações iniciadas em 2025.

FOTO - MPRO

A ofensiva, denominada Operação Eco, teve como foco o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara de Garantias de Porto Velho. As diligências foram realizadas em um endereço residencial e também na sede de uma empresa ligada ao investigado.

Além das buscas, a Justiça autorizou o acesso aos dados telemáticos de dispositivos apreendidos durante a operação. O investigado também foi alvo de uma medida cautelar que o impede de manter qualquer tipo de contato com outros 79 alvos ligados a uma organização criminosa anteriormente investigada durante a Operação Godos.

De acordo com as apurações, o alvo da investigação é sócio-administrador de um provedor de internet e teria quebrado o dever de confidencialidade ao avisar integrantes do grupo criminoso sobre o início de uma ação policial anterior. A suspeita é de que ele tenha utilizado o telefone para enviar mensagens e realizar ligações alertando que a operação estava em andamento.

As investigações apontam que o aviso teria permitido que integrantes da organização tentassem destruir provas e dificultar o avanço das investigações. O grupo investigado é suspeito de envolvimento em crimes graves, como extorsão, homicídio e lavagem de dinheiro.

O nome da operação faz referência ao suposto comportamento do investigado de repassar informações sigilosas para dentro da organização criminosa, funcionando como um alerta antecipado sobre a atuação das autoridades.

Com informações MPRO.

MPRO, Polícia Civil e Sefin articulam estratégias de combate à sonegação fiscal em Rondônia

 Em um esforço contínuo para fortalecer a repressão aos crimes contra a ordem tributária e recuperar ativos para o erário estadual, o Grupo de Atuação Especial em Sonegação Fiscal e Crimes Contra a Ordem Tributária (Gaesf) do Ministério Público de Rondônia e a Polícia Civil realizaram uma reunião estratégica na sede da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), nesta terça-feira (10/3), em Porto Velho.


O encontro contou com a participação da coordenadora do Gaesf, Promotora de Justiça Laíla de Oliveira Cunha Nunes, do Delegado de Polícia Civil Swami Otto, dos Auditores Fiscais de Tributos Estaduais José Luiz Horn e Adriano Mulling. A pauta central foi o aprimoramento do fluxo de informações entre as instituições e a análise de casos complexos que envolvem engenharia financeira para a supressão de tributos.


Integração e Inteligência Fiscal

A reunião visou consolidar o compartilhamento de dados técnicos de fiscalização com os procedimentos investigatórios criminais em curso. 

A articulação técnica buscou otimizar a identificação de mecanismos de interposição fraudulenta de pessoas e ocultação de bens, garantindo que a prova produzida no âmbito administrativo-fiscal possua a robustez necessária para o enfrentamento judicial.

De acordo com a coordenadora do Gaesf, a integração entre as instituições é fundamental para o sucesso das atividades. “O alinhamento entre o Ministério Público, a Polícia Civil e a Sefin é um passo decisivo para desarticular esquemas estruturados de sonegação que impactam diretamente a arrecadação e a prestação de serviços públicos essenciais”, reforça Laíla Nunes.

fonte e fotos - MPRO.

Policial penal condenado a 18 anos por h*micídio m*rre após confronto com a polícia no dia da sentença

  O policial penal Fabrício Borges Mendes morreu após trocar tiros com equipes do Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação ao Crime Organizado durante uma ação policial realizada na terça-feira. O confronto ocorreu em Machadinho do Oeste no mesmo dia em que ele havia sido condenado pela Justiça a 18 anos de prisão em regime fechado pelo crime de homicídio.


Segundo a Polícia Militar, os policiais foram até o endereço do condenado para cumprir um mandado de prisão expedido após o julgamento. Durante a abordagem, Fabrício teria reagido à ação policial, iniciando uma troca de tiros com os agentes do batalhão especializado.

O policial penal foi atingido durante o confronto. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal de Machadinho do Oeste, porém não resistiu aos ferimentos e morreu após dar entrada na unidade de saúde.

Horas antes do confronto, Fabrício Borges Mendes havia sido condenado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Porto Velho pela morte de Francisco Garcia Galvão. O crime ocorreu na noite de 22 de agosto de 2013, no Beco da Salgado Filho, localizado no bairro Mato Grosso.

Durante o julgamento, os jurados analisaram as provas apresentadas pela acusação e pela defesa e decidiram pela condenação do policial penal por maioria de votos. O juiz responsável pelo caso classificou o crime como homicídio qualificado, destacando que o assassinato foi cometido com crueldade e de maneira que dificultou a defesa da vítima.

Na mesma decisão, o magistrado também determinou a perda do cargo público ocupado por Fabrício Borges Mendes no sistema penitenciário.

Após a confirmação da morte, a Secretaria de Estado da Justiça divulgou uma nota de pesar lamentando o falecimento do agente e manifestando solidariedade aos familiares.

Por unanimidade, STF nega prisão domiciliar a Bolsonaro

 Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (5) negar novo pedido de prisão domiciliar feito pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro.



O colegiado validou a decisão individual do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, que, na segunda-feira (2), manteve Bolsonaro preso na Papudinha, em Brasília.

Além do relator, os votos foram proferidos pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. O julgamento foi realizado em sessão virtual.

Novo pedido

A prisão domiciliar foi solicitada ao STF pelos advogados do ex-presidente. A defesa alegou que as instalações da prisão não estão aptas para dar tratamento médico adequado a Bolsonaro, que passou recentemente por uma cirurgia de hérnia inguinal e tem diversas comorbidades em decorrência da facada desferida contra ele na campanha eleitoral de 2018.

Na decisão, Moares disse que as instalações da Papudinha oferecem atendimento médico adequado. Além disso, o ministro afirmou que a tentativa de violação da tornozeleira eletrônica, ocorrida no ano passado, também é um óbice ao deferimento do pedido.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão na ação penal da trama golpista. Ele cumpre pena no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

O local é conhecido como Papudinha e é destinado a presos especiais, como policiais, advogados e juízes.

fonte - André Richter - Repórter da Agência Brasil.