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Ataque dos EUA atinge embarcação no Pacífico e deixa dois mortos

 Ao menos 107 pessoas já foram mortas em ataques contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas na operação conhecida como Lança do Sul



As Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram, nesta segunda-feira (29), um ataque contra uma embarcação supostamente envolvida com o tráfico de drogas no oceano Pacífico, matando duas pessoas, segundo o Comando Sul dos EUA.


“Em 29 de dezembro, por determinação do secretário de Defesa, Pete Hegseth, a Força-Tarefa Conjunta Southern Spear realizou um ataque cinético letal contra uma embarcação operada por Organizações Terroristas Designadas em águas internacionais”, escreveu o Comando na rede social X.


O Comando informou, ainda, que dois homens morreram no ataque e que nenhum militar americano ficou ferido.


Ao menos 107 pessoas já foram mortas em ataques contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas como parte de uma campanha chamada Operação Lança do Sul, que, segundo o governo Trump, tem como objetivo conter o tráfico de entorpecentes. (CNN)

Avalanche em montanhas na Espanha deixa três mortos e um ferido

 Vítimas faziam parte de um grupo de seis pessoas que praticavam esqui; dois integrantes conseguiram escapar e pedir ajuda

Uma avalanche matou três pessoas e deixou uma ferida no município de Panticosa, na Espanha, localizado nas cadeias montanhosas conhecidas como Pirineus espanhóis, informou a Guarda Civil nesta segunda-feira (29).



As vítimas faziam parte de um grupo de seis pessoas que praticavam esqui cross-country, um esporte de neve onde os praticantes percorrem grandes distâncias sem o uso de teleférico ou outros equipamentos de auxílio.


Os outros dois integrantes do grupo que ficaram feridos conseguiram escapar e pedir ajuda.


A avalanche ocorreu na encosta oeste do Pico Tablato, próxima à estação de esqui de Panticosa.


Outro evento climático também deixou mais vítimas na Espanha, informou a Guarda Civil nesta segunda-feira (29). Chuvas torrenciais inundaram as províncias do sul e do leste do país durante o fim de semana, matando três pessoas.


A Guarda Civil encontrou os corpos de duas pessoas desaparecidas em Illora e Alhaurín el Grande, ambas na região da Andaluzia.


Leitos de rios transbordaram, arrastando carros e motocicletas, enquanto as autoridades alertavam os moradores para que permanecessem em suas casas.


Em Valência, onde enchentes mortais em outubro do ano passado mataram mais de 220 pessoas e causaram bilhões de euros em prejuízos, as autoridades emitiram alertas vermelhos para os celulares das pessoas na noite de domingo (28), pedindo que permanecessem em suas casas e em locais elevados. (CNN)

Trump reage a suposto ataque da Ucrânia à casa de Putin: "Não é bom"

 Presidente dos EUA também afirmou que alegação poderia ser falsa, apesar do líder russo ter falado com ele sobre isso ao telefone

O presidente Donald Trump afirmou que o presidente russo Vladimir Putin o informou, em uma ligação telefônica na manhã de segunda-feira (29), sobre um suposto ataque de drone ucraniano contra uma de suas residências, dizendo que a ação "não era boa", mesmo com Kiev rejeitando imediatamente a alegação.



"Não gostei. Não é bom", disse Trump. Ele admitiu que era "possível" que a alegação fosse falsa e que tal ataque não tivesse ocorrido, mas acrescentou: "Mas o presidente Putin me disse esta manhã que sim".


Esses comentários representam as primeiras declarações de Trump sobre o assunto desde que o ministro das Relações Exteriores da Rússia tornou a alegação pública.


"Acabei de ouvir falar disso, na verdade, mas não sei se aconteceu. Seria muito ruim. Não seria bom", disse ele a repórteres antes de uma reunião com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em seu resort Mar-a-Lago, na Flórida.


Trump descreveu sua ligação com Putin como "produtiva", embora tenha dito que ainda há questões a serem resolvidas para a intermediação de um acordo de paz na Ucrânia.


“Foi uma conversa muito produtiva. Quer dizer, temos algumas questões muito espinhosas, como você pode imaginar”, acrescentou. “Temos algumas questões que vamos resolver, com sorte, e se as resolvermos, vocês poderão ter paz.” (CNN)

Quem foi Peter Greene, ator de O Máskara encontrado morto aos 60 anos

 Peter Greene foi encontrado morto no apartamento onde morava, em Manhattan, na última sexta-feira (12/12)

Peter Greene morreu aos 60 anos na última sexta-feira (12/12). Ele foi encontrado morto dentro do apartamento, localizado em Manhattan, Nova York, nos Estados Unidos.



Greene ficou conhecido após interpretar vilões em filmes como O Máskara, onde fez Dorian Tyrell, e Pulp Fiction, dando vida ao personagem Zed.


Nascido em Montclair, Nova Jersey, ele teve o primeiro papel importante no filme independente Laws of Gravity, de 1992. No ano seguinte, Lodge Kerrigan o escalou como protagonista em Clean Shaven, o que chamou a atenção de Tarantino.


Ao longo da carreira, Peter Greene participou de quase 100 filmes e programas de televisão, incluindo um papel na série For Life. Ele também fez participações em Chicago PD, Hawaii Five-O, Justified e Life on Mars.


Recentemente, o artista participou da série Ladrões de Drogas, protagonizada por Wagner Moura e Brian Tyree Henry.

Encontrado morto

Peter Greene foi encontrado morto após autoridades locais serem chamadas para verificar o apartamento por conta de uma música tocando de forma ininterrupta por mais de 24 horas.


Um vizinho do ator informou ao New York Daily News que ele foi achado de bruços ao lado de um bilhete escrito à mão. “Peter estava deitado no chão, de bruços, com ferimentos no rosto e sangue por toda parte”, contaram as fontes.


A causa do falecimento, no entanto, ainda não foi confirmada. (Metrópoles)

EUA querem tomar nosso petróleo pela força, denuncia Venezuela à OPEP

 Vice-presidente Delcy Rodríguez apresentou carta do ditador Nicolás Maduro durante reunião virtual da Organização de Países Exportadores de Petróleo

A Venezuela acusou os Estados Unidos de tentarem se apoderar das reservas de petróleo do país por meio da força militar, segundo uma carta enviada pelo presidente Nicolás Maduro ao secretário-geral da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e aos países membros da OPEP e da OPEP+.



A carta, que foi tornada pública pela autoridade venezuelana Delcy Rodríguez durante uma reunião virtual da OPEP, afirma que tal ato teria repercussões significativas no mercado global de energia.


"Os Estados Unidos pretendem se apoderar das vastas reservas de petróleo do nosso país, as maiores do mundo, através do uso da força militar, o que afetaria seriamente o equilíbrio do mercado global de energia", afirma o texto.


No documento, Maduro afirma que o presidente americano Donald Trump "vem executando uma campanha de assédio e ameaça contra a Venezuela" desde agosto e coloca "em claro perigo a paz, a segurança e a estabilidade regional e internacional".


"O mundo conhece muito bem as consequências prejudiciais geradas em outros países petroleiros a partir de intervenções militares dos Estados Unidos da América e seus aliados", escreveu o ditador.


A carta enfatizou o compromisso da Venezuela em defender seus recursos naturais e manter sua soberania.


A produção de petróleo da Venezuela, membro da OPEP, estabilizou-se em torno de 1,1 milhão de barris por dia neste ano, menos de um terço do seu pico histórico no final da década de 1990.


Mais de 80% das exportações foram destinadas à China entre junho e outubro, segundo dados de transporte marítimo.


O governo do presidente dos EUA, Donald Trump, que reforçou sua presença militar no Caribe, afirmou estar aberto a negociações com Maduro, cujo governo tem enfrentado dificuldades para atrair investimentos estrangeiros para os campos de petróleo do país em meio às sanções americanas.


Trump afirmou repetidamente que os ataques dos EUA contra supostos barcos de narcotráfico no Caribe e no Pacífico, que mataram mais de 80 pessoas, poderiam evoluir para ações terrestres no país sul-americano, embora também tenha sido relatado que ele conversou por telefone com Maduro e discutiu uma possível visita do presidente venezuelano aos EUA. (CNN)

"Matar todos". EUA terão feito segundo ataque contra barco para abater sobreviventes

 A Comissão de Serviços Armados do Senado dos EUA prometeu levar a cabo uma "supervisão rigorosa", após a imprensa noticiar que o secretário de Defesa deu ordem para "matar todos" os ocupantes de um suposto barco com narcotraficantes.



O senador republicano Roger Wicker, que é frequentemente um aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na sexta-feira, em comunicado, a investigação dos detalhes do alegado ataque de 2 de setembro. O comunicado foi assinado também por Jack Reed, senador democrata daquela comissão.


De acordo com o jornal "The Washington Post", que citou duas fontes familiarizadas com a operação, depois de um primeiro míssil ter atingido o barco, os comandantes aperceberam-se que dois membros da tripulação estavam agarrados aos destroços.


O comandante que liderava a operação deu ordem para um segundo ataque, para cumprir as instruções do secretário de Defesa, Pete Hegseth, que ordenou "matar todos" os que se encontravam no barco.


"A comissão solicitou informações ao departamento e procederemos a uma supervisão rigorosa para apurar os factos que envolvem estas circunstâncias", escreveram os senadores no comunicado.


Hegseth classificou a reportagem do jornal como "fake news [notícias falsas]", uma expressão recorrente na Casa Branca para se referir a informações negativas.


Mas o responsável terá de explicar à comissão o alegado ataque, descrito pelos deputados democratas como um "crime de guerra".


Wicker, que representa o Mississippi, já se mostrou outras vezes disposto a discordar da administração Trump. Na semana passada, numa mensagem na rede social X, insurgiu-se contra o "alegado 'plano de paz'" de Trump para a Ucrânia, que favorece a Rússia.


"Qualquer garantia que se dê a Putin não deve recompensar o seu comportamento maligno nem minar a segurança dos Estados Unidos e dos seus aliados", disse o republicano.

Mesmo com redução, Brasil ainda enfrenta taxa de 40% dos EUA. Entenda

Donald Trump assinou ordem executiva que retira tarifa recíproca de 10% aplicada sobre produtos agrícolas, como carne bovina, café e frutas

Apesar do recuo de Donald Trump na guerra tarifária, com a retirada, nesta sexta-feira (14/11), de produtos agrícolas da lista de tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos, o que beneficia diretamente as exportações brasileiras de itens, como café, carne bovina e frutas, o Brasil ainda continua entre os países mais atingidos pelas sobretaxas aplicadas pelo republicano.



A ordem executiva assinada por Trump e divulgada pela Casa Branca reduz, apenas, a tarifa recíproca de 10%, imposta por ele em 2 de abril deste ano. A taxa adicional de 40%, no entanto, que foi oficializada no final de julho, segue valendo.


Com isso, segundo nota técnica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 73,8% das exportações brasileiras para os EUA continuam sujeitos à tarifa adicional. Antes da revisão divulgada nesta sexta, o percentual alcançava 77,8%, abrangendo 6.037 produtos.


De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), produtos químicos, plásticos, maquinário industrial e partes de veículos estão entre os mais afetados. Para grande parte desses itens, a alíquota final permanece próxima ou chega a 40%.


Segundo o governo norte-americano, a redução de 10% anunciada nesta sexta tem efeito retroativo e passou a valer a partir da 00h01 dessa quinta-feira (13/11).


Justificativa de Trump

Na ordem executiva, Trump justifica a decisão dizendo que recebeu “informações e recomendações adicionais de diversas autoridades”.


“Após considerar as informações e recomendações que me foram fornecidas por essas autoridades, o andamento das negociações com diversos parceiros comerciais, a demanda interna atual por certos produtos e a capacidade interna atual de produção de certos produtos, entre outros fatores, determinei que é necessário e apropriado modificar ainda mais o escopo dos produtos sujeitos à tarifa recíproca imposta pelo Decreto Executivo 14.257”, afirmou ele no documento.

A medida surge um dia após a reunião entre o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em Washington. No encontro os dois diplomatas discutiram resoluções sobre o tarifaço.


Após o encontro, Vieira afirmou que uma “proposta geral” para tratar das alíquotas havia sido entregue ao representante norte-americano. O chanceler ainda disse que os dois países esperam fechar um acordo inicial até o começo de dezembro. (Metrópoles)

Novo documentário sugere que Hitler sofria da síndrome de Kallmann e tinha micropênis

 ‘O DNA de Hitler: O Projeto de um Ditador’, trouxe revelações polêmicas sobre a saúde e a vida pessoal de Adolf Hitler

EUA – Um novo documentário britânico do Channel 4, intitulado “O DNA de Hitler: O Projeto de um Ditador” (Hitler’s DNA: The Dictator’s Project), trouxe revelações polêmicas sobre a saúde e a vida pessoal de Adolf Hitler. O programa sugere que o líder nazista sofria de Síndrome de Kallmann, um distúrbio genético caracterizado por baixos níveis de testosterona, o que pode causar atraso na puberdade e afetar o desenvolvimento dos órgãos sexuais.



A descoberta foi baseada na análise de uma mancha de sangue encontrada em um pedaço de tecido proveniente do sofá onde Hitler cometeu su1cídio. Pesquisadores compararam esta amostra de DNA com a de um parente paterno do ditador, coletada há dez anos, estabelecendo uma correspondência.


Ao identificar a síndrome de Kallmann, os cientistas do documentário analisaram que a condição frequentemente resulta em níveis baixos ou instáveis de testosterona, o que é um fator comum para o desenvolvimento de micropênis. Esta descoberta corrobora um registro médico de Hitler de 1923, que já apontava que ele sofria de “criptorquidia do lado direito” (um testículo direito não descido).


O documentário também realizou testes de Pontuação de Risco Poligênico (PRS) em amostras de DNA, indicando outras possíveis condições em Hitler:


TDAH: Maior probabilidade acima da média.

Comportamento Autista: Alta probabilidade.

Esquizofrenia: Alta probabilidade de desenvolver a condição.

Um dos historiadores que participou do programa, Alex Kay, notou que essas possíveis condições médicas e físicas poderiam ajudar a explicar o comportamento incomum de Hitler. Kay afirmou que as descobertas poderiam, finalmente, dar uma explicação para o fato de Hitler sempre se sentir “desconfortável” perto de mulheres ao longo de sua vida.



Avião militar cai e explode com 20 pessoas a bordo; veja o vídeo

 Aeronave foi flagrada girando em espiral até atingir o solo, onde explodiu

Um avião militar da Turquia caiu na Géorgia com 20 pessoas a bordo minutos após decolar do Azerbaijão, nesta terça-feira, 11. A aeronave de carga, modelo C-130 Hercules, foi flagrada girando em espiral até atingir o solo. Depois que cai, o avião explode e uma coluna de fumaça preta sobe pelo ar. 



Segundo o jornal britânico Independent, o Ministério da Defesa da Turquia informou que equipes de busca e resgate estavam trabalhando para chegar ao local. Por isso, o número de vítimas ainda não foi confirmado. Ainda assim, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, prestou condolências aos "nossos mártires" em um discurso depois de receber a informação do acidente. 


Poucos minutos após entrar no espaço aéreo georgiano, a aeronave "desapareceu do radar sem transmitir um sinal de socorro", informou o serviço de navegação aérea da Geórgia em um comunicado. O Ministério do Interior da Geórgia afirmou que o avião caiu "a cerca de 5 km da fronteira estatal da Geórgia" com o Azerbaijão.


O avião retornava à Turquia quando caiu, e a causa do acidente ainda está sendo investigada. Ainda segundo o jornal, a informação é de que havia tripulantes turcos e azerbaijanos na aeronave. 


O presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, também se manifestou. Ele expressou suas condolências ao presidente Erdogan, "às famílias e entes queridos dos falecidos e ao povo irmão da Turquia" em um telefonema.


O C-130 Hercules é uma aeronave de transporte de carga, tropas e equipamentos. É descrito como uma aeronave militar de transporte quadrimotora turboélice, capaz de utilizar pistas não preparadas para decolagens e pousos.

Fonte: Terra


Veja o vídeo:


Coreia do Norte testa novo míssil balístico em direção a costa leste

 Exercício militar acontece após o convite do presidente dos EUA, Donald Trump, para negociações com o líder Kim Jong-um

A Coreia do Norte testou um míssil balístico nesta sexta-feira (7) em direção ao mar, próximo à sua costa leste.



O exercício militar acontece após lançamentos de mísseis nas últimas duas semanas e depois do convite do presidente dos EUA, Donald Trump, para negociações com o líder norte-coreano Kim Jong-un.


As Forças Armadas da Coreia do Sul informaram que o suposto míssil balístico de curto alcance foi lançado de uma área na região noroeste da Coreia do Norte, perto da fronteira com a China, percorrendo uma distância de cerca de 700 km.


Os sistemas de vigilância sul-coreanos e americanos detectaram preparativos para o lançamento e rastrearam o projétil em voo, informou o Exército.


O governo japonês também afirmou que a Coreia do Norte disparou o que poderia ser um míssil balístico, que, segundo ele, provavelmente caiu fora da zona econômica exclusiva do país.


A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, afirmou que não havia relatos confirmados de danos.


Relação entre Coreia do Norte e EUA



Durante sua visita à Coreia do Sul na semana passada, Trump reiterou sua disposição de se reunir com o líder norte-coreano Kim Jong Un, aumentando as expectativas de que os dois pudessem chegar a um acordo de última hora para se encontrarem.


Não houve reunião, mas Trump disse estar disposto a retornar à região para se encontrar com Kim.


Em 2019, os líderes se encontraram na vila de Panmunjom, na fronteira militar intercoreana, durante o primeiro mandato do presidente americano, quando ele visitava a região.


Kim não respondeu às últimas investidas de Trump, mas já havia dito que guardava "boas lembranças" de seu encontro com o presidente americano.


Segundo o líder norte-coreano, não havia motivo para evitar as negociações se Washington parasse de insistir para que seu país abandonasse suas armas nucleares.


Na quinta-feira (6), o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte afirmou que o governo Trump estava "antagonizando" com o país ao impor sanções a seus funcionários e instituições por alegações de lavagem de dinheiro.


No início desta semana, o Secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, durante uma visita, reafirmou o compromisso dos EUA com a aliança de segurança com a Coreia do Sul.


Ele disse que o foco das forças militares americanas estacionadas no país continua sendo o de dissuadir Pyongyang, apesar da visão de maior "flexibilidade" para suas forças armadas contra ameaças regionais.


No mês passado, antes da visita de Trump e do presidente chinês Xi Jinping à Coreia do Sul durante uma cúpula regional, a Coreia do Norte lançou vários mísseis balísticos de curto alcance, incluindo o que afirmou ser um míssil hipersônico, e mísseis de cruzeiro mar-superfície . (Fonte: CNN)

Trump diz que pode atacar cartéis sem declaração de guerra do Congresso

 O presidente dos EUA afirmou nesta quinta (23) que notificaria o parlamento antes de iniciar operações em "terra", mas afirmou que o plano não enfrentaria resistência dos legisladores


O presidente dos EUA, Donald Trump, insistiu nesta quinta-feira (23) que poderia continuar a lançar ataques contra supostos traficantes de drogas sem que o Congresso primeiro aprovasse uma declaração oficial de guerra.


"Não vou necessariamente pedir uma declaração de guerra", disse ele.


"Acho que estamos apenas tentando matar as pessoas que estão trazendo drogas para o nosso país. Certo? Vamos matá-las."


A fala de Trump ocorreu após ele sugerir que seu governo em breve começaria a atacar aqueles considerados membros de cartéis em países como a Venezuela, além de continuar a atacar supostos barcos de drogas em águas internacionais.


O presidente americano disse que notificaria o Congresso antes de iniciar qualquer operação em "terra", mas afirmou que o plano não enfrentaria nenhuma resistência dos legisladores.


"Nós vamos. Não vejo nenhuma perda em ir" ao Congresso, disse Trump. "Vamos dizer a eles o que vamos fazer e acho que eles provavelmente vão gostar, exceto pelos lunáticos radicais de esquerda."


Os ataques letais a embarcações no Caribe e no Pacífico Leste deixaram alguns legisladores preocupados, devido às poucas evidências apresentadas pelo governo de que os alvos eram os chamados narcoterroristas.


Nesta quinta-feira (23), o Secretário de Defesa, Pete Hegseth, insistiu que os militares confirmaram que cada barco alvo traficava drogas.


Ainda assim, ele defendeu a decisão de retornar aos sobreviventes de um ataque recente como prática "padrão" em guerras.


“Comparado ao Iraque e ao Afeganistão, a grande maioria das pessoas que capturamos no campo de batalha, entregamos ao país de origem”, disse ele, referindo-se às guerras dos EUA no Oriente Médio.


“Então, neste caso, esses dois foram tratados por médicos americanos e entregues imediatamente aos seus países de origem.” (Cnn Brasil)

Nasa abre viagem à Lua para todos; saiba como participar virtualmente de missão tripulada

Nasa abre viagem à Lua, participe gratuitamente, grave seu nome, receba um cartão digital e veja-o viajar ao redor da Lua em um voo orbital de 10 dias

Uma missão lunar tripulada da Nasa está oferecendo a oportunidade de qualquer pessoa se tornar parte de uma viagem à Lua, sem nem precisar sair de casa. A agência abriu inscrições para que interessados enviem seus nomes para a missão Artemis II.



O primeiro voo tripulado do programa levará quatro astronautas em uma jornada ao redor da Lua antes do retorno à Terra.


Nasa abre viagem à Lua

Conforme a agência espacial, os nomes enviados serão gravados em um cartão de memória que viajará junto à tripulação na nave Orion e no foguete SLS (Space Launch System), em parceria com a Agência Espacial Canadense.


A iniciativa, chamada “Envie seu nome para a Artemis II“, é totalmente gratuita e ainda oferece aos participantes um cartão de embarque digital como lembrança da aventura simbólica.


As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de janeiro de 2026 por meio do site da Nasa.


Com lançamento previsto para até abril de 2026, a missão terá duração aproximada de 10 dias e será um passo fundamental para o retorno de humanos à Lua.


Como será a missão Artemis II

Conforme a agência espacial, a Artemis II é um voo de teste para levar astronautas ao redor da Lua. O lançamento está previsto para o abril de 2026, com prazo para inscrição até 21 de janeiro de 2026.


As etapas iniciais incluem missões não tripuladas para testar a nave Orion e o foguete SLS (como a Artemis 1 em 2022) e a Artemis 2, o primeiro voo tripulado que orbitará a Lua e retornará à Terra sem pousar.

VEJA MAIS:

Por que a Lua foi escolhida na missão Artemis II

A Nasa explica que as missões Artemis construirão uma comunidade na Lua, impulsionando uma nova economia lunar e inspirando uma nova geração.


Após a missão ser concluída, o próximo passo natural na exploração humana será aberto o caminho para Marte e além, ainda segundo a agência espacial.

Ex-presidentes dos EUA lamentam morte a tiros de influenciador republicano

 Charlie Kirk foi morto a tiros enquanto falava com estudantes em uma universidade em Utah

Ex-presidentes dos Estados Unidos se manifestaram após a morte de Charlie Kirk. O influenciador republicano foi morto a tiros enquanto falava com alunos da Universidade Utah Valley nesta quarta-feira (10).



O ex-presidente Joe Biden pediu o fim da violência política em uma publicação em seu perfil oficial no X“Não há lugar em nosso país para esse tipo de violência. Isso precisa acabar agora”, escreveu Biden. Jill e eu estamos orando pela família e entes queridos de Charlie Kirk.”


O ex-presidente Barack Obama também se pronunciou nas redes sociais, dizendo que não há “lugar” para esse tipo de violência.


“Ainda não sabemos o que motivou a pessoa que atirou e matou Charlie Kirk, mas esse tipo de violência desprezível não tem lugar em nossa democracia. Michelle e eu estaremos orando pela família de Charlie esta noite, especialmente por sua esposa Erika e seus dois filhos pequenos”, escreveu Obama.


Já o ex-presidente George W. Bush disse em um comunicado que “a violência e o ódio devem ser eliminados do espaço público.”


“Hoje, um jovem foi assassinado a sangue frio enquanto expressava suas opiniões políticas. Isso aconteceu em um campus universitário, onde a troca aberta de ideias opostas deveria ser sagrada”, dizia o comunicado.


O ex-presidente Bill Clinton disse estar “triste e revoltado” com a morte de Kirk, segundo uma publicação no X.


“Espero que todos nós façamos uma séria reflexão e redobremos nossos esforços para debater com paixão, mas de forma pacífica. Hillary e eu estamos mantendo Erika, seus dois filhos pequenos e toda a família em nossas orações”, afirmou. (CNN BRASIL)

Entenda a onda de protestos que levou à renúncia do premiê do Nepal

 Manifestações lideradas por jovens contra corrupção e falta de oportunidades econômicas resultaram em confrontos fatais com forças de segurança

O primeiro-ministro do Nepal renunciou depois que mais de uma dúzia de pessoas foram mortas e centenas ficaram feridas durante protestos liderados por jovens, motivados pela proibição governamental de plataformas de mídia social, corrupção generalizada e poucas oportunidades econômicas.



As forças de segurança usaram munição real, canhões de água e gás lacrimogêneo durante protestos em diversas cidades, nos quais as autoridades disseram que pelo menos 19 pessoas foram mortas, de acordo com a agência de notícias Reuters.


O Nepal, um país himalaio de 30 milhões de pessoas, é conhecido por sua política turbulenta e viu mais de uma dúzia de governos desde que fez a transição para uma república após abolir sua monarquia de 239 anos em 2008, após uma guerra civil de uma década.


Ainda assim, os últimos protestos, liderados por pessoas de 13 a 28 anos — o grupo conhecido como Geração Z — são os piores distúrbios do Nepal em décadas.


O primeiro-ministro nepalês, KP Sharma Oli, anunciou sua renúncia na terça-feira (9) em uma carta que citava "a situação extraordinária" no país, de acordo com uma cópia da nota publicada nas redes sociais por um alto assessor.

K.P. Sharma Oli, premiê do Nepal, renuncia em meio a manifestações no país • Reproudção/Reuters


Manifestantes voltaram às ruas na capital na terça-feira (9), desafiando o toque de recolher imposto no centro da cidade e após o governo suspender a proibição de redes sociais.


Fotos da Reuters mostraram manifestantes queimando uma guarita policial e móveis em frente ao escritório do Congresso Nepalês, o maior partido político do Nepal. O aeroporto internacional foi fechado devido à violência na cidade, que afeta as operações, informou a Reuters, citando a autoridade de aviação.


Ao sul de Katmandu, no município de Chandrapur, a polícia disparou para o ar enquanto manifestantes desafiavam o toque de recolher para se reunir, disse uma autoridade local à CNN. Os manifestantes também incendiaram uma viatura policial, disse a fonte.


Aqui está o que sabemos sobre a agitação que assola o Nepal.


O que desencadeou os protestos?

A raiva contra o governo pelo que muitos veem como corrupção desenfreada de décadas no Nepal já estava aumentando e se espalhou pelas ruas da capital na semana passada, depois que o governo bloqueou plataformas de mídia social, incluindo Facebook, Instagram, WhatsApp, YouTube e X, em uma medida que foi amplamente criticada por grupos de direitos humanos.


O governo escreveu novas regras que, segundo ele, eram necessárias para reprimir notícias falsas e discurso de ódio e ameaçou banir qualquer empresa de mídia social que não se registrasse.


Até a meia-noite da última quinta-feira (4), 26 plataformas estavam fora do ar, de acordo com a mídia local.


Mas os organizadores dizem que os protestos, que se espalharam pelo país, não são apenas sobre a proibição das mídias sociais, mas também são um reflexo da frustração geracional com as poucas oportunidades econômicas.


A taxa de desemprego para jovens de 15 a 24 anos no Nepal era de 20,8% em 2024, de acordo com o Banco Mundial.


Enquanto isso, um movimento viral online contra os "Nepo Kids" — filhos de políticos exibindo seus estilos de vida luxuosos — está alimentando ainda mais a raiva ao destacar as disparidades entre os que estão no poder e os nepaleses comuns.


A economia do Nepal depende fortemente do dinheiro enviado por nepaleses que vivem no exterior. Mais de um terço (33,1%) do PIB do Nepal veio de remessas pessoais, segundo o Banco Mundial, um número que tem aumentado constantemente nas últimas três décadas.


“Todos os cidadãos nepaleses estão fartos da corrupção. Todos os jovens estão indo para fora do país. Então, queremos proteger nossos jovens e melhorar a economia do país”, disse um manifestante à Reuters.


Protestos se tornam mortais

Os protestos se tornaram violentos na segunda-feira (8), quando manifestantes entraram em confronto com a polícia no complexo do parlamento em Katmandu.


A polícia disparou balas de borracha e gás lacrimogêneo contra milhares de jovens manifestantes, muitos dos quais usavam uniformes escolares ou universitários, de acordo com a Reuters.


Manifestantes atearam fogo a uma ambulância e atiraram objetos contra a polícia de choque que guardava o legislativo, informou a Reuters, citando uma autoridade local.


“A polícia está atirando indiscriminadamente”, disse um manifestante à agência de notícias indiana ANI.


Pelo menos 17 pessoas foram mortas em Katmandu e mais duas na cidade oriental de Itahari, de acordo com autoridades hospitalares.


Mais de 400 pessoas, incluindo funcionários das forças de segurança, foram hospitalizadas após sofrerem ferimentos na segunda-feira, de acordo com um relatório do Ministério da Saúde do Nepal.


Organizações internacionais rapidamente condenaram a repressão letal da polícia e pediram uma investigação independente.


O escritório de direitos humanos da ONU afirmou estar "chocado" com as mortes dos manifestantes e pediu uma investigação "transparente". Afirmou ter recebido "várias alegações profundamente preocupantes de uso desnecessário" de força pelas forças de segurança durante os protestos.


“O uso de força letal contra manifestantes que não representam uma ameaça iminente de morte ou ferimentos graves é uma grave violação do direito internacional”, disse a Anistia Internacional em um comunicado.


Governo sob pressão

A renúncia do primeiro-ministro Oli ocorreu depois que uma série de outras autoridades renunciaram devido à resposta do governo aos protestos.


O Ministro do Interior, Ramesh Lekhak, renunciou na segunda-feira após a violência, de acordo com o Ministro das Comunicações, Prithvi Subba. Os ministros da Agricultura, Água e Saúde também renunciaram, escreveram nas redes sociais.


O governo também suspendeu a proibição de plataformas de mídia social.


Em uma declaração antes de sua renúncia, Oli disse que seu governo "não era negativo em relação às demandas levantadas pela geração Z" e disse que estava "profundamente triste" pelos incidentes de segunda-feira.


Ele culpou a “infiltração de vários grupos de interesses instalados” pela violência, sem dar mais detalhes sobre quem eram esses grupos.


Gagan Thapa, Secretário-Geral do Congresso Nepalês e membro do parlamento, expressou na terça-feira sua angústia com a "visão cruel de jovens inocentes sendo mortos desnecessariamente diante de nossos olhos" e pediu a Oli que "assuma a responsabilidade por essa opressão e renuncie imediatamente".


Thapa acrescentou: “O Congresso Nepalês não deve, e não pode, permanecer como testemunha e parceiro nesta situação, nem por um único dia. O Congresso Nepalês deve se retirar do governo imediatamente. Trabalharei para que essa decisão seja tomada na reunião do partido.”


O jornal de maior vendagem do Nepal também pediu na terça-feira que Oli renunciasse, com seu conselho editorial argumentando que ele "não pode ficar na cadeira do primeiro-ministro por mais um minuto" após o derramamento de sangue de segunda-feira. (cnn Brasil)

Ataque a t!ros em Jerusalém deixa m*rtos e feridos

Cinco pessoas m*rreram e outras 15 ficaram feridas (seis delas em estado grave) após um ataque a t!ros em Jerusalém

Cinco pessoas m*rreram e outras 15 ficaram feridas (seis delas em estado grave) após um ataque a t!ros em Jerusalém na manhã desta segunda-feira (8). Os dois suspeitos responsáveis pelo atentado foram "neutralizados" logo após o início do atentado.



O ataque ocorreu em um importante cruzamento na entrada norte da cidade, em uma estrada que leva a assentamentos judaicos localizados em Jerusalém Oriental.


Em comunicado, o grupo terrorista Hamas, em guerra contra Israel na Faixa de Gaza, celebrou a ação e afirmou que os agressores eram palestinos.


Enquanto a polícia diz que os agressores atiraram contra pessoas que esperavam em uma parada de ônibus, a mídia israelense afirma que os suspeitos também entraram em um ônibus e abriram fogo dentro dele. A polícia também não informou se os responsáveis estão entre os mortos nem divulgou suas identidades.


Imagens mostram dezenas de pessoas fugindo do ponto de ônibus próximo ao local do ocorrido. Paramédicos que atenderam à ocorrência descreveram um cenário caótico, cheio de cacos de vidro e com pessoas feridas e inconscientes jogadas na rua e na calçada.


Mais tarde, foi confirmado o falecimento de uma mulher no hospital Shaare Tzedek, em Jerusalém. O Magen David Adom informou ainda que aproximadamente dez pessoas ficaram feridas, sendo seis em estado grave.


O ataque ocorreu na entrada do bairro de Ramot, em Jerusalém Oriental, área de maioria palestina ocupada e anexada por Israel. De acordo com a polícia, dois homens armados abriram fogo contra uma parada de ônibus.


"Um agente de segurança e um civil presentes no local reagiram imediatamente. Atiraram e neutralizaram os agressores", afirmou a polícia em nota.


O enfermeiro Fadi Dekaidek, que atuou no resgate, relatou a gravidade da cena. "Foi uma situação muito difícil. Os feridos estavam no chão e na calçada, perto da parada de ônibus. Alguns estavam inconscientes".


O gabinete do primeiro-ministro israelense informou que Binyamin Netanyahu se reuniu com responsáveis pelos serviços de segurança após o ataque. (Com agências internacionais).


Israel bombardeia e derruba um dos prédios mais altos de Gaza

O exército de Israel alegou que o prédio atingido "estava sendo usado pela organização terrorista Hamas na área da Cidade de Gaza"

O exército de Israel atingiu, nesta sexta-feira (5/9), um dos prédios mais alto da cidade de Gaza, a torre Mushtaha, que possui 14 andares. Imagens divulgadas pelo próprio ministro da Defesa israelense, Israel Katz, mostram os bombardeios.



Nas imagens, é possível ver o momento em que o prédio é bombardeado, começa a desabar e uma coluna de fumaça se eleva.


Uma ordem de evacuação foi emitida antes do bombardeio. De acordo com a imprensa internacional, o local era usado por pessoas que fugiam de ataques em outras partes da cidade. A torre possuía diversas tendas de abrigo.


Gaza


• A escalada da fome na Faixa de Gaza vem se prolongando nos últimos meses devido aos conflitos entre Israel e o Hamas.


• O território palestino está sob cerco total das forças israelenses, que lançaram uma ofensiva de larga escala para tomar o último grande bastião do Hamas no território palestino.


• O Hamas anunciou que aceitou a proposta de cessar-fogo apresentada pelos mediadores do Egito e do Catar. O acordo inclui a suspensão das operações militares na Faixa de Gaza por 60 dias, além da troca de metade dos reféns israelenses mantidos pelo grupo por prisioneiros palestinos.


• Até o momento, o governo israelense não aceito o acordo.


O exército de Israel alegou que, o prédio atingido, "estava sendo usado pela organização terrorista Hamas na área da Cidade de Gaza".


"Dentro do prédio, o Hamas estabeleceu uma infraestrutura utilizada para planejar e executar ataques contra tropas das IDF (Forças de Defesa de Israel) na região", argumentara as forças israelenses.


Segundo eles, antes do ataque, "medidas de precaução foram tomadas para minimizar danos a civis, incluindo avisos avançados à população, uso de munições de precisão, vigilância aérea e informações adicionais de inteligência".


O porta-voz israelense, Avichay Adraee, afirmou que as forças do exército irão atacar, nos próximos dias, diversos edifícios na Cidade de Gaza que, segundo ele, estão sendo usados pelo grupo palestino.


Portões do inferno


O ministro da Defesa, Israel Katz, declarou, após o ataque, que "quando a porta se abrir, ela não se fechará" fazendo referência às ameaças do governo israelense sobre abrir os "portões do inferno em Gaza".


"Quando a porta se abrir, ela não se fechará, e a atividade das Forças de Defesa de Israel (IDF) aumentará — até que os assassinos e estupradores do Hamas aceitem as condições de Israel para o fim da guerra, incluindo a libertação de todos os reféns e o desarmamento, ou serão destruídos", declarou Katz nas redes sociais.

Ainda não há informações sobre o número de feridos ou mortos.


metropoles

Chefe da União Europeia tem GPS de avião bloqueado e Rússia é suspeita

 Líder do bloco pousou em segurança ma Bulgária; pilotos tiveram que usar mapas de papel para achar lugar da aterrissagem

Um avião que transportava a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, foi alvo de interferência no sistema de navegação GPS, enquanto tentava pousar na Bulgária no domingo (31), informou um porta-voz da comissão à CNN.



A comitiva recebeu "informações das autoridades búlgaras de que suspeitam que essa interferência flagrante tenha sido realizada pela Rússia", disse o porta-voz.


O avião pousou em segurança, disse o porta-voz. Uma fonte familiarizada com a situação disse à CNN que os pilotos pousaram o avião usando mapas de papel.


Von der Leyen e a comissão têm sido firmes apoiadores da Ucrânia enquanto Kiev tenta se defender da agressão não provocada da Rússia. Ela foi uma das líderes europeias que participaram da cúpula do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a Ucrânia na semana passada e tem instado consistentemente os Estados-membros da UE a alocarem mais recursos para ajudar a Ucrânia.


O incidente ocorreu enquanto ela visitava os Estados-membros na parte oriental do bloco para angariar apoio à Ucrânia. "Este incidente ressalta a urgência da atual viagem da presidente aos Estados-membros da linha de frente, onde ela viu em primeira mão as ameaças diárias da Rússia e seus representantes", disse o porta-voz da comissão à CNN.


A CNN entrou em contato com as autoridades búlgaras para obter comentários e solicitou que a Rússia comentasse as alegações.


A interferência do GPS que causa interrupções em voos e tráfego marítimo está há muito tempo entre as ferramentas do arsenal de guerra híbrida da Rússia.


Autoridades dos países escandinavos e bálticos têm afirmado repetidamente que a Rússia vem bloqueando regularmente o sinal de GPS na região. Após uma equipe de pesquisadores na Polônia e na Alemanha estudarem minuciosamente as interferências de GPS por um período de seis meses a partir de junho de 2024, eles também concluíram que a Rússia era a responsável, e que Moscou estava usando uma frota paralela de navios e seu enclave de Kaliningrado para isso.


A União Europeia já havia sancionado diversas entidades e indivíduos ligados a Estados russos por estarem por trás de incidentes de interferência.


"Isso reforçará ainda mais nosso compromisso inabalável de aumentar nossas capacidades de defesa e o apoio à Ucrânia", acrescentou o porta-voz.


A viagem à Bulgária fez parte da visita de von der Leyen a vários Estados da União Europeia que fazem fronteira com a Rússia, a Bielorrússia e o Mar Negro.


A viagem teve como objetivo mostrar força e união enquanto a Rússia continua atacando cidades ucranianas e sabotando qualquer tentativa de chegar a um acordo de cessar-fogo.


A presidente visitou a Letônia e a Finlândia na sexta-feira (29), a Estônia no sábado e a Polônia e a Bulgária no domingo. Ela completou a viagem na segunda-feira (1º), visitando a Lituânia e a Romênia.


Em discurso na capital búlgara logo após o incidente aéreo, mas antes que se tornasse público, von der Leyen disse que a Europa precisava "manter o senso de urgência".


"(O presidente russo Vladimir) Putin não mudou e não mudará. Ele é um predador. Ele só pode ser controlado por meio de uma forte dissuasão", disse ela.