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Foragido é preso pela Polícia Militar durante abordagem em Vilhena

 Um homem de 34 anos, identificado pelas iniciais R. M. F., foi preso na tarde de segunda-feira (9) após a Polícia Militar cumprir um mandado de prisão em aberto no município de Vilhena.


A abordagem ocorreu por volta das 13h, nas proximidades da avenida Paraná, no bairro Alto Alegre. 

Durante a ação, os policiais não encontraram nenhum material ilícito com o suspeito. Após a checagem dos dados, ele foi informado oficialmente sobre a ordem judicial existente contra ele.

Diante da confirmação do mandado, os militares deram voz de prisão e conduziram o homem à Casa de Detenção, onde permanece à disposição da Justiça.

Trio é preso com drogas, dinheiro e balanças em casa usada para tráfico no Aponiã

 Três homens foram presos por tráfico de drogas e associação para o tráfico durante uma ação da Polícia Militar realizada na noite de segunda-feira (9), no bairro Aponiã, em Porto Velho. A operação foi conduzida por equipes da Força Tática do 5º Batalhão, durante patrulhamento de rotina pela região.

Segundo informações policiais, os militares flagraram a comercialização de entorpecentes em via pública. Durante a vigilância, foi observado que um suspeito entregava objetos a usuários e retornava a uma residência. Em seguida, outro homem saiu do mesmo imóvel e repetiu a ação, reforçando a suspeita de tráfico no local.


Após o monitoramento, os policiais identificaram que dois dos envolvidos realizavam as vendas diretamente na rua. Em um novo flagrante, um dos suspeitos foi visto entregando droga a um usuário em troca de dinheiro, utilizando inclusive uma balança de precisão portátil para pesar o entorpecente no momento da venda.

Com a confirmação da prática criminosa, a guarnição realizou a abordagem. Um dos suspeitos tentou fugir para dentro de uma residência localizada na rua da Eletronorte. No imóvel, o homem identificado como R. se apresentou como responsável pelo local e, inicialmente, negou a presença de outras pessoas. 

No entanto, durante as buscas, dois indivíduos foram encontrados escondidos dentro da casa, sendo necessário o uso moderado de força e spray de pimenta para contê-los.

Durante a ação, os policiais apreenderam materiais utilizados no tráfico, como sacos plásticos para embalo, três balanças de precisão, ligas de borracha e dinheiro em espécie, totalizando R$ 623,55. Também foram localizadas três porções grandes de substância semelhante ao crack (oxi), além de porções de maconha e cocaína prontas para a venda.

Ainda no local, foram apreendidos dois aparelhos celulares, uma faca usada para fracionar a droga e quatro moedas estrangeiras. De acordo com a Polícia Militar, R. seria o responsável por coordenar a atividade criminosa na residência, enquanto os outros dois atuavam na venda direta nas ruas, simulando serem usuários para despistar a fiscalização.

Os três suspeitos receberam voz de prisão, tiveram os direitos constitucionais assegurados e foram encaminhados à Central de Flagrantes. 

O uso de algemas foi adotado para garantir a segurança dos envolvidos e da equipe policial, além de evitar tentativa de fuga.

Foragido é preso e rifle com munições é apreendido durante ação da PM em Porto Velho

 Um homem identificado pelas iniciais C. foi preso na noite de segunda-feira (9) após a Polícia Militar cumprir um mandado de prisão em aberto. Durante a ação, os policiais apreenderam um rifle calibre .22 e diversas munições encontradas na residência do suspeito.

A ocorrência foi registrada por volta das 19h, após uma equipe do PATAMO do 2º Batalhão da Polícia Militar receber informações sobre a existência da ordem judicial contra o homem. Após a confirmação da identidade, ele foi informado sobre o mandado e recebeu voz de prisão.


Segundo a PM, o suspeito autorizou a entrada dos policiais no imóvel e informou, de forma espontânea, que mantinha uma arma de fogo guardada na dispensa da residência. Durante as buscas, os militares localizaram o rifle calibre .22 e munições de diferentes calibres, entre elas 9mm, .22, .38 e .380, todas sem documentação legal.

Diante dos fatos, o homem foi encaminhado à UNISP, onde foi apresentado à autoridade policial para as providências cabíveis. 

Além do cumprimento do mandado de prisão, ele poderá responder por posse irregular de arma de fogo e munições.

PM registra mais de 800 ocorrências em 24 horas e prende suspeito armado após roubo em Porto Velho

 A Polícia Militar de Rondônia contabilizou 808 ocorrências policiais em todo o estado no período compreendido entre as 10h de segunda-feira (9) e as 10h desta terça-feira (10). Os dados refletem a intensificação das ações de policiamento ostensivo e preventivo realizadas pela corporação.


Entre os registros, destacam-se 38 boletins de ocorrência de acidentes de trânsito, três ocorrências ambientais, 17 termos circunstanciados, além da apreensão de cinco armas de fogo, 158 gramas de entorpecentes e 124 munições. No mesmo intervalo, oito veículos foram recuperados, 249 pessoas abordadas, sete foragidos recapturados e 71 prisões em flagrante, sendo 13 delas relacionadas ao tráfico de drogas. Também foram lavrados 253 autos de infração de trânsito, com 12 veículos removidos.

Prisão após roubo em Porto Velho

Dentro desse balanço, a Polícia Militar prendeu um homem identificado pelas iniciais R. S. C., na noite de segunda-feira (9), em Porto Velho, suspeito de roubar um veículo e um aparelho celular utilizando arma de fogo. A prisão ocorreu minutos após o crime, graças à rápida resposta das equipes policiais.

O roubo foi registrado por volta das 23h, no cruzamento da avenida Almirante Barroso com a avenida Rafael Vaz e Silva. A vítima aguardava a abertura do semáforo quando foi abordada pelo suspeito, que anunciou o assalto e levou um Volkswagen Fox de cor prata, além de um celular.

Durante patrulhamento, a PM recebeu informações do Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop) de que o celular roubado estava sendo rastreado. Com base nos dados, os policiais localizaram o veículo na Rua Neuzira Guedes, seguindo em direção à Avenida Rio de Janeiro.

O carro foi interceptado na rua Aruba, no bairro Tancredo Neves, após acompanhamento com sinais sonoros e luminosos. Na abordagem, os policiais apreenderam uma pistola calibre 9mm com numeração suprimida, carregada com 17 munições.

No interior do veículo, foram recuperados o celular da vítima, R$ 25 em dinheiro e chaves de residência. O suspeito confessou o crime e afirmou que pretendia esconder o carro na zona Leste da capital.

Durante consulta aos sistemas de segurança, foi constatado ainda que havia contra o homem um mandado de prisão em aberto, expedido pela 1ª Vara do Tribunal do Júri de Porto Velho, com validade até o ano de 2045.

O suspeito foi encaminhado à delegacia e permanece à disposição da Justiça.

Funcionários da Nova 364 m*rtos em acidente na BR-364 são identificados

 Foram identificados os dois funcionários da concessionária Nova 364 que morreram em um grave acidente de trânsito registrado na manhã desta terça-feira (10), na BR-364, em um trecho próximo ao município de Pimenta Bueno.

foto - CONEXÃO RONDÔNIA

As vítimas são Willian da S. P., de 27 anos, e Thiago R. dos S., de 31 anos. Eles seguiam em uma motocicleta a caminho do trabalho quando foram atingidos por um caminhão no quilômetro 185 da rodovia.

Com a força do impacto, um dos trabalhadores morreu ainda no local do acidente. O outro chegou a ser socorrido e encaminhado a uma unidade hospitalar em Pimenta Bueno, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.

Informações preliminares repassadas pela concessionária apontam que o caminhão teria invadido a pista contrária, ocasionando a colisão frontal. 

A dinâmica do acidente, no entanto, ainda passa por apuração e não havia sido oficialmente confirmada pela Polícia Rodoviária Federal até a última atualização.

Em nota, a Nova 364 informou que está prestando apoio às famílias das vítimas e colaborando com as autoridades competentes para o esclarecimento das circunstâncias do acidente.

leia mais - Tragédia na BR-364 m*ta dois trabalhadores da concessionária Nova 364

Lula critica PL da Dosimetria e compara Bolsonaro a “cachorro louco”

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou, nesta sexta-feira (6/2), o projeto de lei (PL) da Dosimetria, que reduz as penas dos envolvidos no 8 de Janeiro, e comparou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a um “cachorro louco”.


“Você acha que, se você tiver um cachorro louco e soltar ele, ele vai ficar mais manso? Ele vai morder alguém. Esse cidadão tentou destruir a democracia brasileira. Esse cidadão, que foi condenado a 27 anos e 3 meses de cadeia, tinha um plano para matar o Lula, o Alckmin e o Alexandre de Moraes”, disse o presidente.

O chefe do Planalto ainda disse que se o Congresso derrubar o veto dele sobre o texto, o “problema” é dos parlamentares.

“Se derrubarem o veto, é problema do Congresso Nacional […] Eu fiz a minha parte. O Congresso fez a dele e aprovou. Eu sei as condições em que foi discutido. Eu fiz o meu papel, vetei porque não concordo. Esse cidadão tem que ficar preso e, um belo dia, pode ter uma anistia para ele, como teve em 1964, dez anos depois, ou 15 anos depois. Ou seja, não dá para brincar de fazer julgamento. Se você o liberta, você desmoraliza a seriedade da Suprema Corte”.

As declarações foram feitas em entrevista exclusiva à TV Aratu, afiliada do SBT na Bahia.

No último dia 8 de janeiro, data que marca os acontecimentos antidemocráticos do 8 de Janeiro de 2023 contra os Três Poderes, Lula vetou totalmente a proposta. O presidente ainda fez um discurso reforçando a necessidade de punir aqueles que atentarem contra a democracia.

Congresso Nacional ensaia derrubada do veto

Antes mesmo de retomar as atividades legislativas, nesta semana, o Congresso Nacional já articulava a derrubada do veto ao projeto que reduz penas de condenados por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo Bolsonaro.

O movimento é articulado principalmente pela oposição do governo, mas também conta com uma poio da alguns parlamentares de centro. A possível derrubada do veto ainda não tem data marcada para acontecer.

FONTE - METRÓPOLES.

MP pede exumação do corpo do cão Orelha para apurar circunstâncias da morte

 O Ministério Público de Santa Catarina solicitou à Justiça, na segunda-feira (9), a exumação do corpo do cão Orelha, que morreu na Praia Brava, em Florianópolis, para que seja realizada uma perícia direta. No domingo (8), o Fantástico informou com exclusividade que a medida poderia ser solicitada nos próximos passos da investigação do caso. Além disso, novas diligências complementares foram solicitadas pelas promotorias de Justiça que atuam no caso, com o objetivo de aprofundar as investigações. 


O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) informou que não irá se pronunciar publicamente sobre o pedido de exumação, uma vez que o caso está em segredo de justiça por envolver menores de idade.

De acordo com o MP, a medida foi adotada após a análise do inquérito policial e dos Boletins de Ocorrência Circunstanciados. Entre as diligências relacionadas a quatro boletins de ocorrência circunstanciados, a 10ª Promotoria de Justiça pediu a juntada de vídeo que tratam de atos infracionais, além de registros envolvendo os cães.

Após a análise, a 10ª Promotoria de Justiça da Capital, que atua na área da Infância e Juventude, e a 2ª Promotoria de Justiça da Capital, da área criminal, apontaram a necessidade de complementação das investigações. Para o MP, é importante que sejam obtidos esclarecimentos específicos para entender se houve ou não coação no curso do processo relacionado à morte de Orelha. Com isso, novos depoimentos foram solicitados.

Com isso, a 2ª PJ também se manifestou de forma favorável para que o processo seja colocado em sigilo novamente, já que há o envolvimento indireto de adolescentes em outro processo. 

Além disso, por ora, não é possível a habilitação de interessados como assistentes de acusação. O prazo para o cumprimento das diligências solicitadas é de 20 dias a contar do recebimento dos autos.

Polícia pediu internação de adolescente

Orelha foi encontrado agonizando na praia no dia 5 de janeiro por moradores. Ele foi levado ao veterinário, mas, devido aos ferimentos, não resistiu. Derli Royer, responsável pelo socorro emergencial, contou que o animal tinha lesões graves na cabeça e no olho esquerdo, além de forte desidratação.

Na terça-feira (3), a Polícia Civil de Santa Catarina pediu a internação de um adolescente apontado como responsável pela morte do cão Orelha. Outros quatro adolescentes foram representados pelo caso do cão Caramelo.

De acordo com a Polícia Civil, o adolescente saiu do condomínio na Praia Brava às 5h25min do dia 4 de janeiro de 2026. Perto das 6h, ele voltou ao condomínio com uma amiga, sendo esse um dos pontos de contradição no depoimento do adolescente. Ao todo, 24 testemunhas foram ouvidas, com oito adolescentes suspeitos investigados. Uma das provas que levaram até o autor do crime foi a roupa utilizada, registrada nas filmagens.

O adolescente viajou para fora do Brasil no mesmo dia em que a Polícia Civil teve conhecimento de quem eram os suspeitos do caso. Ele ficou fora do país até o dia 29 de janeiro e foi interceptado pela polícia ao chegar no aeroporto.

Quando o adolescente chegou ao aeroporto, um dos familiares tentou esconder um boné rosa e um moletom que estava com ele, peças consideradas importantes pela Polícia Civil na investigação. O familiar também afirmou que o moletom foi comprado na viagem, mas o adolescente admitiu que já tinha a peça, usada no dia do crime.

Os pontos apontados como controversos na investigação

Mesmo com a conclusão do inquérito e com o pedido da polícia de internação de um adolescente apontado como autor das agressões ao animal, a investigação da Polícia Civil vem sendo alvo de apontamentos, com pedidos de esclarecimentos.

Hora da morte de Orelha

Um dos pontos que vem gerado questionamentos nos últimos dias é a hora da morte do cão. Isso porque, segundo a Polícia Civil, o cachorro foi atacado na madrugada do dia 4 de janeiro, por volta das 5h30 da manhã, com uma pancada contundente na cabeça, que pode ter sido por um chute ou algum objeto rígido, como um pedaço de madeira ou uma garrafa.

Conforme a polícia, o cachorro teria sido resgatado no dia seguinte por pessoas que moram na Praia Brava e morreu em uma clínica veterinária por causa dos ferimentos. No entanto, um vídeo divulgado pela defesa do adolescente mostra um cachorro saindo atrás de uma moita em frente a um condomínio, no mesmo bairro, às 7h05min.

O cachorro anda até o final da rua e depois não aparece mais. Nas imagens, não é possível visualizar se o animal está ferido. A delegada Mardjoli Valcareggi, da Delegacia de Proteção Animal da Capital, confirmou que o cão que aparece nas imagens é o Orelha, mas afirmou que em nenhum momento a Polícia Civil confirmou a versão de que o cachorro teria sido agredido até a morte desde o início das investigações.

Entretanto, a delegada também disse que recebeu relatos de que pessoas teriam visto o cão Orelha machucado no dia 4 de janeiro. O veterinário teria dito à polícia que a lesão de Orelha evoluiu ao longo dos dias, com o cão não resistindo aos ferimentos. Para a delegada, o cachorro dá uma “titubeada” no vídeo.

Sem imagens do momento da agressão

Outro ponto colocado em dúvida é o fato de não haver imagens específicas do momento da agressão ao cachorro. De acordo com a Polícia Civil, foram analisadas mais de mil horas de filmagens na região, com 14 equipamentos que captaram imagens. Ao Fantástico, em reportagem exibida dois dias antes da conclusão do inquérito, que ocorreu na terça-feira (3), a delegada Mardjoli afirmou que não há registros, imagens e testemunhas do momento exato da agressão ao cão Orelha.

— Nós temos um feixe de nichos convergentes que levaram a essa suspeita de envolvimento de adolescentes. E esse é o nosso desafio investigativo, nós juntarmos as peças do quebra-cabeça para conseguirmos esclarecer o que aconteceu — afirmou a delegada na ocasião.

fonte - NSC Total.

Justiça de Rondônia mantém condenação de radialista por injúria racial contra médico cubano

 Em decisão colegiada unânime, os julgadores da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia negaram o recurso de apelação de um radialista condenado pelo crime de injúria racial pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Vilhena. O radialista proferiu palavras ofensivas contra um médico cubano durante uma transmissão do seu programa ao vivo em uma emissora de rádio.


Defesa

No recurso de apelação, a defesa do radialista afirmou que ele utilizava a liberdade de expressão para realizar um trabalho de cunho social, a fim de defender as pessoas que o procuravam para reclamar do tratamento dado a quem buscava a unidade médica em que a vítima atuava. Inclusive, alegou que havia reclamações sobre o médico maltratar servidores da unidade.

Voto do relator

Para o relator, desembargador Osny Claro, “embora o réu alegue que teria apenas se manifestado em defesa de ouvintes insatisfeitos, o teor das palavras utilizadas, aliado ao tom de deboche e à forma pública de sua veiculação, revela claro intuito de ridicularizar e humilhar a vítima, extrapolando o campo da crítica jornalística para ingressar na esfera penal da injúria racial”.

Ainda conforme o voto, a liberdade de expressão, embora assegurada constitucionalmente, não é um direito absoluto e não alcança o discurso de ódio ou manifestações que atentem contra a dignidade humana, sobretudo quando dirigidas a grupo ou indivíduo por motivo de raça, cor, etnia, religião ou origem. Além disso, o voto afirma que “a liberdade de expressão não serve como 'cheque em branco' para discursos discriminatórios ou xenofóbicos”, como no caso.

Por fim, na análise do relator do recurso de apelação, “o conjunto probatório demonstra que o apelante, ao proferir as expressões durante programa de rádio transmitido ao vivo, ultrapassou os limites da crítica e da liberdade de expressão, atingindo diretamente a honra subjetiva da vítima com termos de conotação discriminatória, vinculados à sua origem cubana”. Ademais, a nacionalidade do médico não foi elemento acidental, mas o fundamento da ofensa, o que evidencia o dolo específico de menosprezo e humilhação, afirma o voto.

Dosimetria da pena

O réu foi condenado à pena de 1 ano e 4 meses de reclusão, substituída por prestação pecuniária (dinheiro) no valor de dois salários-mínimos em favor de entidade social, além de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período da condenação.

Participaram do julgamento presencial os desembargadores Osny Claro (relator), Francisco Borges e Aldemir de Oliveira.

Apelação Criminal n. 0003102-38.2019.8.22.0014

FONTE - TJRO.

TJRO anula júri por incompatibilidade com a prova dos autos

 

Apesar de reconhecer a autoria dos disparos, os jurados absolveram o acusado...



O réu, acusado de matar um homem com vários tiros, no Bairro Ronaldo Aragão, em Porto Velho (RO), em março de 2023, teve seu julgamento anulado em decisão colegiada pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. Embora tenha sido absolvido inicialmente pelo 2º Tribunal do Júri de Porto Velho, a decisão dos jurados foi considerada contraditória, o que obrigará o réu a enfrentar um novo julgamento.

Consta na decisão colegiada que os jurados reconheceram expressamente que o réu foi o autor dos disparos que ocasionaram a morte da vítima. Porém, de forma contraditória a esse reconhecimento e sem que a defesa tivesse alegado legítima defesa ou pedido de clemência, o Conselho de Sentença absolveu o acusado. Por esse motivo, o julgamento foi anulado.

Segundo o voto do relator do recurso de apelação, desembargador Osny Claro, durante o julgamento, tanto a defesa técnica quanto a autodefesa do acusado limitaram-se exclusivamente à negativa de autoria. Tal tese não foi acolhida pelos jurados, que, logo em seguida, declararam a absolvição sem que houvesse sustentação em plenário de qualquer causa legal ou extralegal — como excludentes de ilicitude, de culpabilidade ou razões humanitárias aptas a justificar uma eventual clemência.

Ainda conforme o voto do relator, “a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça tem admitido a cassação do julgamento quando a absolvição pelo quesito genérico se mostra manifestamente incompatível com a prova dos autos, especialmente nos casos em que a negativa de autoria foi a única tese defensiva”, como ocorreu neste processo.

O crime

Consta que, no dia do fato, por motivo ainda desconhecido, a vítima pedalava uma bicicleta com sua companheira na garupa quando se deparou com o réu. Na ocasião, o acusado efetuou disparos de arma de fogo contra o homem, atingindo-o e fazendo com que ambos caíssem da bicicleta.

Em ato contínuo, o acusado se aproximou da vítima, já caída ao solo, e efetuou um novo disparo na cabeça para finalizar a execução.

O julgamento da Apelação Criminal (n. 7021299-19.2023.8.22.0001) foi realizado na sessão eletrônica, realizada entre os dias 26 e 30 de janeiro de 2026. Participaram do julgamento, os desembargadores Osny Claro, Francisco Borges e Aldemir de Oliveira.

FONTE - TJRO.

PRF intercepta ônibus e apreende mais de 10 kg de skunk na BR-425 em Guajará-Mirim

 A Polícia Rodoviária Federal em Rondônia apreendeu, nesta terça-feira (10), o total de 10,73 kg de skunk, no km 101 da BR 425, em Guajará-Mirim. O ilícito era transportado em um ônibus que fazia o itinerário Guajará-Mirim/RO x Porto Velho/RO.


Durante a fiscalização, os agentes abordaram um passageiro que demonstrou comportamento suspeito, ocasião em que, a partir do emprego de técnicas de entrevistas, aprofundaram-se as averiguações. 


Na inspeção, os policiais encontraram 58 g de substância entorpecente, do tipo skunk, em sua mochila e 10 volumes, em formato esférico, contendo o mesmo tipo de droga, dentro de uma bolsa sob sua poltrona.

Diante do flagrante, o homem e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil no município, para os procedimentos cabíveis, sob o enquadramento no crime de tráfico de drogas.

FONTE - PRF/RO.