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Um sargento da Polícia Militar, de 46 anos, ficou ferido nesta quarta-feira (15) após um disparo acidental atingir a própria perna, em Por...
Um sargento da Polícia Militar, de 46 anos, ficou ferido nesta quarta-feira (15) após um disparo acidental atingir a própria perna, em Porto Velho.
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| Foto: Ilustrativa |
O incidente aconteceu dentro de uma residência, no momento em que o policial fazia a manutenção preventiva de sua arma de uso particular. Segundo o relato do militar, o disparo ocorreu enquanto ele tentava abrir uma pistola Taurus G2c, calibre .40, para realizar a desmontagem.
De acordo com as informações, o sargento retirou o carregador, seguindo o procedimento inicial de segurança, mas não percebeu que ainda havia uma munição na câmara da arma.
Ao pressionar o gatilho, etapa necessária para a desmontagem desse modelo de pistola, a arma acabou disparando e o tiro atingiu a coxa esquerda do policial.
Após o acidente, o militar foi socorrido e encaminhado ao Hospital João Paulo II. Uma equipe de plantão da Polícia Militar esteve no local e registrou a ocorrência.
A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) realizará, nesta quarta-feira (15), às 10h, homenagem ao Jubileu de Ouro da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no estado. O evento reconhece a atuação da instituição nas rodovias federais e sua contribuição ao longo de 50 anos em Rondônia.
Na ocasião, alguns servidores pioneiros na instalação da PRF no estado serão homenageados com a Medalha de Mérito Legislativo.
São eles: Fernando Garcia, primeiro patrulheiro rodoviário em Rondônia, em 1976; Sandra Puga, primeira mulher agente de patrulha rodoviária no estado, em 1979; Lauro Paulo Klingelfus, primeiro superintendente da PRF em Rondônia; Roseli Auler de Araújo, primeira mulher a chefiar uma delegacia da PRF no estado, em 1991; e Lunalva Bicho Belo da Silva, primeira servidora administrativa da PRF em Rondônia.

Durante a solenidade, será apresentado um panorama histórico da PRF no estado, cujas atividades tiveram início em março de 1976, com a inauguração da BR-319. À época, Rondônia integrava o 1º Distrito Rodoviário Federal, vinculado ao Departamento Nacional de Estradas de Rodagem, com sede em Manaus (AM), abrangendo também os estados do Acre, Roraima e Amazonas.
Texto: Ivanilson Frazão I Jornalista Secom ALE/RO
Foto: Governo de Rondônia
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Ações distintas resultaram na apreensão de um veículo utilitário e uma motoneta nos municípios de Vilhena e Nova Mamoré...
A primeira ação ocorreu por volta das 10h45, no KM 30 da BR-425, município de Nova Mamoré. Durante patrulhamento ostensivo, os policiais deram ordem de parada a uma motoneta que transitava pela referida rodovia.
No decorrer do procedimento de fiscalização, a equipe constatou que os elementos de identificação do veículo apresentavam sinais de adulteração.
Ainda na segunda-feira, por volta das 12h55, no KM 1 da BR-364, município de Vilhena, outra equipe encontrou irregularidades em um veículo utilitário. Após consulta aos sistemas informatizados, os policiais identificaram que havia registro de furto/roubo para o automóvel em questão.
Ao realizarem uma inspeção detalhada, os PRFs constataram indícios de adulteração nos sinais de identificação do veículo.
Além do crime previsto no art. 311, do Código Penal, o preso também foi enquadrado pelo delito de Receptação, art. 180, do Código Penal, uma vez que foi possível identificar a origem lícita do bem que estava em sua detenção.
A Polícia Civil de Rondônia cumpriu, nesta quarta-feira (15), um mandado de prisão contra um homem identificado pelas iniciais J. L. de S., que estava foragido da Justiça em Guajará-Mirim.
Após ser detido, o homem foi encaminhado à unidade policial, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis.
A Polícia Civil informou que segue intensificando as ações de combate à criminalidade e de localização de foragidos na região.
A corporação também reforçou a importância da participação da população por meio de denúncias anônimas, que podem ser feitas pelo telefone 197 ou pelo WhatsApp (69) 3216-8940.
FONTE - PC/RO.
Famílias realizam o sonho da casa própria...
Nesta quinta-feira (16), 592 famílias de Porto Velho deixam para trás a incerteza e dão um passo decisivo rumo à estabilidade: a conquista da casa própria. A entrega das unidades habitacionais nos residenciais Porto Madero V e Porto Madero II, na zona Leste da capital, não é apenas um evento simbólico, é a materialização de um direito básico que, por muito tempo, esteve fora do alcance de muitos.

Fruto da integração entre o programa Minha Casa Minha Vida e os esforços conjuntos da Prefeitura, do Governo de Rondônia e do Governo Federal, a ação representa mais do que números: representa a retomada de políticas públicas que impactam diretamente a vida de quem mais precisa.
Ao todo, são 592 unidades entregues, sendo 288 no Porto Madero V, executado diretamente pelo município, e 304 no Porto Madero II. O processo, que incluiu sorteio de endereços ainda em junho de 2025 e vistorias técnicas rigorosas, reforça a importância de não apenas construir, mas garantir qualidade e segurança para os futuros moradores.
Mais do que avançar na política habitacional, a atual gestão enfrentou um problema recorrente: obras paralisadas. A conclusão desses empreendimentos evidencia que, quando há prioridade e organização, é possível tirar projetos do papel e entregar resultados concretos à população.
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O prefeito Léo Moraes destacou o impacto social da entrega, ressaltando que a moradia é um dos pilares da qualidade de vida.
“Convidamos toda a população para esse evento que irá marcar a vida desses porto-velhenses, que terão a chance de receber suas residências. Dessa maneira, o poder público segue focado na qualidade de vida da população”.
A entrega desta quarta-feira também simboliza o fim de um ciclo de espera para centenas de famílias e o início de uma nova realidade. Porque, no fim das contas, política pública eficiente é aquela que sai do discurso e chega, de fato, à porta das pessoas.
Texto: João Paulo Prudêncio
Edição: Secom
Fotos: Arquivo / Secom
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Ação criminosa interrompe iluminação pública e reforça alerta para denúncias da população...
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano (Emdur), registrou mais um caso de furto de cabos da rede de iluminação pública, ocorrido na última segunda-feira, dia 13.A ação criminosa resultou no apagamento de 53 pontos de luz, impactando diretamente a segurança e a mobilidade da população na região afetada.
De acordo com levantamento técnico, aproximadamente 40 metros de fiação elétrica foram furtados. O local havia passado por manutenção preventiva recentemente, em 25 de fevereiro, o que reforça o caráter recorrente desse tipo de crime, mesmo após intervenções realizadas pelo poder público.
O prefeito Léo Moraes destacou a preocupação da gestão com a reincidência de ocorrências desse tipo e os impactos diretos à população, especialmente na segurança e no uso dos espaços públicos.
O presidente da Emdur, Bruno Holanda, também reforçou que o furto de cabos causa prejuízos à infraestrutura e à população, além de gerar custos adicionais e exigir o redirecionamento de equipes operacionais.
A Prefeitura segue com equipes em campo trabalhando para restabelecer a iluminação no menor tempo possível, reafirmando o compromisso com a segurança e a qualidade de vida da população.
Em relação às medidas de enfrentamento, a Emdur informa que novas estratégias estão sendo adotadas para coibir esse tipo de crime. Por questões de segurança operacional, os detalhes dessas ações não serão divulgados.
A população tem papel fundamental no combate a esse tipo de ocorrência. Ao presenciar qualquer atitude suspeita ou ato de vandalismo, é importante denunciar.
Canais para denúncia e solicitação de serviços:
Emdur (iluminação pública): (69) 99224-0676
Polícia Militar: 190
A colaboração da população é essencial para preservar os espaços públicos e garantir a continuidade dos serviços em toda a cidade.
Texto: Carla Maia
Edição: Secom
Foto: Emdur
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Lomar Sousa, empresário do ramo de enxovais e morador da rua Vera, já percebe na prática a diferença com a chegada dos serviços de manutenção urbana. Para ele, a mudança veio em boa hora, principalmente após o período de chuvas intensas.

“Agora ficou perfeito. Nossa rua tinha bastante buracos e lama. E hoje está perfeito. A prefeitura fez o serviço bem feito mesmo. Com lama atrapalhava os clientes, até para entrar dentro da empresa, os carros sujavam tudo. Agora tá tudo jóia, tudo perfeito”.
As ações de manutenção urbana seguem em ritmo intenso em Porto Velho. Equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) atuam em várias frentes para melhorar as condições das vias e facilitar a rotina dos moradores.
Entre os serviços realizados está a Operação Tapa-buraco, que tem como foco a recuperação da malha viária. Ao mesmo tempo, o município avança com obras de pavimentação asfáltica, incluindo drenagem e construção de calçadas, o que contribui diretamente para a mobilidade e a segurança no trânsito.

Os trabalhos foram concentrados em pontos estratégicos, com equipes atuando em ruas como Vera, Neuza e Janaína, além de outras vias da região. A presença das frentes de serviço tem sido constante, aproximando as ações da realidade dos moradores.
De acordo com o secretário da Seinfra, Thiago Cantanhede, o aumento no número de equipes foi necessário para dar conta da demanda, que cresce durante o período chuvoso.
“Esse foi um pedido do prefeito Léo Moraes, que a gente duplicasse a nossa capacidade de tapa-buraco. As chuvas aumentaram a quantidade de buracos na cidade. Às vezes o buraco começa pequeno, mas com a água e o tráfego, ele cresce rapidamente. Hoje estamos trabalhando de forma setorizada, com planejamento e levantamento das áreas mais críticas. A cidade toda está sendo atendida. Antes eram duas equipes pela manhã e duas à tarde. Agora já são quatro pela manhã e quatro à tarde, e a meta é chegar a oito em cada turno para que, durante o verão, a gente consiga avançar ainda mais e melhorar a mobilidade para toda a população”.

As intervenções fazem parte de um conjunto de ações voltadas à melhoria da infraestrutura urbana, consideradas essenciais para garantir mais qualidade de vida, organização e segurança nos bairros.
O prefeito Léo Moraes também comentou sobre o andamento dos serviços e a importância de manter o ritmo das equipes nas ruas.
“Nosso objetivo é cuidar da cidade de forma contínua, chegando onde a população precisa. Sabemos dos desafios, principalmente após o período de chuvas, mas estamos ampliando as equipes e trabalhando com planejamento para dar respostas rápidas. O resultado começa a aparecer, e vamos seguir avançando para alcançar todas as regiões de Porto Velho.”
Texto: Jhon Silva
Edição: Secom
Fotos: Hellon Luiz
Secretária Municipal de Comunicação (Secom)
Deputados querem mais tempo para analisar propostas; textos preveem redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais e substituição da escala 6x1 pela 4x3
O pedido de vista serve para que os deputados tenham mais tempo para analisar o tema. O debate chegou a ser iniciado na comissão, mas foi interrompido após sugestão do deputado federal Lucas Redecker (PSD-RS) e da deputada Bia Kicis (PL-DF).
Estão sob a análise da CCJ duas PECs sobre o tema: uma, apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), prevê a redução da jornada de 44 horas para 36 horas semanais, sem redução salarial; e a outra, protocolada pela deputada Erika Hilton (Psol-SP), propõe a substituição da escala 6x1 pela 4x3 – dessa forma, os trabalhadores teriam três dias de folga durante a semana. O relator, deputado Paulo Azi (União-BA), votou de forma favorável a ambas.
"A redução da jornada de trabalho pode se apresentar como um mecanismo normativo para a preservação da saúde, segurança e bem-estar dos trabalhadores, promovendo o devido equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e o dedicado à vida pessoal", considerou Azi, que destacou que uma jornada de trabalho extensa tem efeitos negativos principalmente entre mulheres, jovens e pessoas de baixa renda. Ele ainda citou casos de sucesso de redução da jornada de trabalho na Europa e uma "tendência" de flexibilização na América Latina.
Segundo o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), com uma eventual aprovação das PECs pela CCJ, ele irá determinar a criação de uma comissão especial para debater o tema antes de enviá-lo para o plenário da Casa.
Na CCJ, os deputados que integram a comissão avaliam se as propostas estão de acordo com as regras constitucionais, não votando o mérito.
Por isso, Azi recomendou que as questões quanto aos possíveis impactos negativos das propostas fossem discutidas na comissão especial. Em seu voto, ele sugeriu as compensações fiscais – como a redução de tributos nas folhas de pagamento – como uma alternativa para diminuir as consequências negativas sobre o setor produtivo.
Na plateia, a sessão contou com a presença de representantes de movimentos sociais, que vaiaram quando Redecker e Kicis pediram vista para analisar os textos por mais tempo.
O pedido foi criticado por Erika Hilton, autora de uma das propostas. Segundo ela, o Brasil está "maduro" para debater o tema.
"Lamentamos que a ala bolsonarista que ocupa essa comissão tenha pedido vista dessa matéria com a justificativa de que teria mais tempo para ler, quando sabemos que isso é uma mentira, quando, na verdade, são inimigos do povo", declarou.
Pauta de interesse do governo
A redução da jornada de trabalho tem sido defendida pelo governo federal como uma pauta estratégica e aliados afirmam que pode levar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a ser reeleito na disputa em outubro deste ano — cerca de 57% dos brasileiros defendem que a escala 6x1 deve acabar. Por esse motivo, é de interesse do governo que o texto avance de forma rápida no Congresso.
O debate sobre o tema começou em fevereiro de 2025, quando Hilton apresentou a PEC de sua autoria. Em setembro, as propostas foram aprovadas pela Comissão de Trabalho da Câmara e, em fevereiro de 2026, um ano depois de a discussão ganhar destaque, chegou à CCJ.
Diante da demora na tramitação do texto, o governo Lula encaminhou um PL (projeto de lei) propondo o fim da escala de trabalho 6x1 e estabelecendo a 5x2. O texto propõe a redução da jornada de 40 horas semanais, sem redução salarial. A proposta é mais branda do que as apresentadas pelos congressistas.
A decisão de enviar o PL se dá depois de Lula e ministros de Estado se reunirem com o presidente Hugo Motta.
Hugo tem defendido que o debate seja feito por meio de PEC, e não PL. Na forma de uma PEC, depois de o texto ser aprovado tanto pela Câmara quanto pelo Senado, a assinatura da norma caberia apenas ao Legislativo, não precisando passar pela sanção presidencial. No caso de um PL, após a aprovação nas duas Casas, a proposta é enviada para o presidente, que pode vetar trechos da lei.
FONTE - Anna Júlia Lopes, da CNN Brasil, Brasília
A investigação da Polícia Federal (PF) indica que o tráfico de cocaína era uma das fontes de dinheiro ilícito utilizadas no esquema de lavagem de dinheiro liderado pelo MC Ryan SP. O artista foi preso na manhã desta quarta-feira (15/4) durante a Operação Narco Fluxo.
Segundo a PF, o cantor utilizava suas empresas ligadas à produção musical e a própria fama nas redes sociais para mesclar receitas legítimas com dinheiro ilícito de apostas ilegais, rifas digitais e tráfico de drogas. As autoridades citam um vínculo estrutural do esquema com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
Na decisão que deu origem à Operação Narco Fluxo, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 2,2 bilhões em bens de 77 alvos da PF. Segundo o juiz Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara Federal de Santos, o valor foi calculado com base no suposto lucro do tráfico de mais de três toneladas de cocaína e também nas movimentações financeiras dos alvos da PF.
Os detalhes sobre o tráfico de drogas foram apurados durante as operações Narco Vela, deflagrada em abril de 2025, e Narco Bet, em janeiro de 2026.
Liderança de MC Ryan
A PF aponta o MC Ryan SP como líder do esquema de lavagem de dinheiro. Após a lavagem, os valores eram reinseridos na economia formal a partir da aquisição de imóveis de alto padrão, veículos de luxo, joias e outros ativos de alto valor.
A investigação ainda indica que Ryan pagava operadores de mídia para publicar conteúdos favoráveis a ele e promover suas plataformas de apostas. O objetivo seria mitigar eventuais crises de imagem relacionadas às investigações. O artista também teria transferido participações societárias para laranjas, inclusive familiares, para ocultar seu patrimônio.
Operação Narco Fluxo
Segundo a PF, mais de 200 policiais federais participam da operação e cumprem 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária, expedidos pelo Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara Federal de Santos.
De acordo com a PF, a ação acontece nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, e no Distrito Federal.
A PF acredita que o volume financeiro pelo grupo criminoso ultrapassa R$ 260 bilhões. Além de armas, carrões e dinheiro em espécie, a corporação apreendeu documentos e equipamentos eletrônicos que ajudarão na investigação.
Entre os presos na operação desta quarta, estão os funkeiros MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e Raphael Sousa, dono da página Choquei.
A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 2,2 bilhões em bens de Ryan.
O bloqueio foi imposto a 77 alvos da PF, entre empresas e pessoas físicas.
De acordo com a decisão judicial, o valor estimado para o bloqueio foi calculado com base no lucro estimado com os crimes que teriam sido praticados: “tráfico internacional de mais de três toneladas de cocaína, somado ao fluxo financeiro identificado nos relatórios de inteligência financeira encaminhados pelo Coaf“.
Também foram determinadas medidas de constrição patrimonial, incluindo o sequestro de bens e a imposição de restrições societárias, com o objetivo de interromper as atividades ilícitas e preservar ativos para eventual ressarcimento.
As investigações continuam e os alvos podem responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Em nota, a defesa do MC Ryan informou que não teve acesso ao procedimento, razão pela qual está impossibilitada de apresentar manifestação específica sobre os fatos.
“Ressalta-se, contudo, a absoluta integridade de MC Ryan, bem como a lisura de todas as suas transações financeiras. Todos os valores que transitam por suas contas possuem origem devidamente comprovada, sendo submetidos a rigoroso controle e ao regular recolhimento de tributos, o que sempre foi observado de maneira contínua e responsável”. A defesa ainda alegou confiar que os esclarecimentos que serão prestados demonstrarão a verdade dos fatos.
FONTE - METROPOLES.
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