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Mais de 20 pessoas estão recebendo tratamento em hospitais Ao menos nove pessoas morreram após o Irã lançar mísseis contra Israel. Um préd...
Mais de 20 pessoas estão recebendo tratamento em hospitais
Ao menos nove pessoas morreram após o Irã lançar mísseis contra Israel. Um prédio residencial que fica perto de Jerusalém foi atingido e deixou seis pessoas mortas, segundo a polícia israelense. A outra vítima é de Tel Aviv.
Com os ataques iranianos, mais de 20 pessoas estão recebendo tratamento em hospitais. A ofensiva ocorre após Israel lançar, na manhã deste domingo (28), uma nova onda de mísseis em território iraniano. Em resposta, o Irã atinge proximidades de Jerusalém e em Tel Aviv.
Segundo informações da Polícia Civil, o suspeito procurou a vítima com a intenção de reatar o relacionamento
Uma jovem de 22 anos foi baleada pelo ex-companheiro na noite de sexta-feira (27/2), no distrito de Rio Preto, em Iguaí, no sudoeste da Bahia. O homem, de 28 anos, foi preso em flagrante por tentativa de feminicídio.
Segundo informações da Polícia Civil, o suspeito procurou a vítima com a intenção de reatar o relacionamento. Diante da negativa, a situação evoluiu para violência.
A jovem chegou a ser mantida sob ameaça e, durante a ação, foi atingida por disparos de arma de fogo no braço. Apesar dos ferimentos, ela não corre risco de morte.
Com a chegada das equipes policiais, o homem fugiu em direção a uma área de mata próxima. Ainda no local, efetuou novos disparos e, em seguida, atirou contra o próprio pescoço. Ele foi socorrido e encaminhado para o hospital de Itapetinga, onde permanece internado sob custódia policial.
Durante a ocorrência, os agentes apreenderam um revólver calibre .32 e dinheiro em espécie. O caso foi registrado na 1ª Delegacia Territorial de Itapetinga, que formalizou a prisão por tentativa de feminicídio. (Metrópoles)
Ao lado do presidente e do chefe do Judiciário, Alireza Arafi comandará temporariamente o Irã até a escolha de um novo líder supremo
Alireza Arafi (foto em destaque) foi nomeado neste domingo (1°/3) como membro jurista do Conselho dos Guardiões, órgão responsável por comandar temporariamente o Irã e escolher um novo líder após a morte do líder supremo, Ali Khamenei, nesse sábado (28/2).
Junto dele, assumem o controle temporário do país o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e o chefe do judiciário, Gholamhossein Mohseni-Ejei.
Segundo o Artigo 111 da Constituição iraniana, quando um líder supremo morre, cria-se um conselho de transição até que um novo mandatário seja eleito pela Assembleia de Peritos, que é um painel de líderes religiosos.
O conselho funcionará até que 88 membros da Assembleia de Peritos escolham um novo líder supremo.
A informação já havia sido divulgada pelo chefe de segurança do Irã, Ali Larijani. Segundo ele, os Estados Unidos e Israel “tentaram arquear e desmembrar o Irã”. Ele destacou que “os bravos soldados e a grande nação do Irã darão uma lição inesquecível aos opressores internacionais”.
Ataques dos EUA e Israel ao Irã
O ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã deixou 201 pessoas mortas e 747 feridas no país, de acordo com a mídia local. As ofensivas começaram na madrugada de sábado.
Em um primeiro momento, o ministro da Defesa de Israel afirmou que a ação tinha como objetivo “eliminar ameaças”, e denominou a ofensiva de “Operação Fúria Épica”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o ataque teve como objetivo acabar com ameaças aos norte-americanos, que seriam as armas nucleares supostamente em posse do Irã. Em resposta, o regime iraniano atacou bases americanas no Oriente Médio.
Morte e sucessão de Khamenei
A agência de notícias Fars informou que Khamenei “foi martirizado” pela manhã enquanto trabalhava em seu escritório localizado na capital Teerã.
Horas antes do anúncio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já havia confirmado a informação. Nas redes sociais, o chefe da Casa Branca chamou a liderança de “uma das pessoas mais perversas da história” e convocou a população iraniana para “recuperar” o país.
Na prática, o ataque promovido pelos exércitos norte-americano e israelense busca forçar uma mudança de regime. Na avaliação do professor de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), João Alfredo Lopes Nyegray, a possibilidade de isso ocorrer é mínima.
Atualmente, o principal cotado para a sucessão é Mojtaba Khamenei, de 56 anos, segundo filho mais velho de Ali Khamenei. Político e clérigo, Mojtaba é visto como uma figura influente dentro da Guarda Revolucionária Islâmica. Segundo o professor, a chegada dele representaria uma continuidade ideológica do regime.
“Se isso acontece, toda a Guarda Revolucionária vai apoiar o filho do Khamenei e a gente vai ter uma continuidade ideológica. Uma coisa é cair o governante, outra coisa é cair o governo. E eu nunca vi bomba e bombardeio mudar regime”, pontua o especialista.
O professor avalia ainda que é pouco provável que uma eventual mobilização da população iraniana influencie no processo de sucessão. Segundo ele, o regime iraniano foi construído para dificultar tentativas de deposição.
Antes do ataque, fontes da inteligência dos EUA avaliaram que o vácuo de liderança em uma eventual operação de deposição de Khamenei seria preenchido pela Guarda Revolucionária Islâmica, de acordo com a CNN.
Outro elemento que traz incerteza para o cenário é a falta de clareza sobre as lideranças do regime que foram neutralizadas ou ainda permanecem vivas. De acordo com a agência Al Jazeera, a filha, o genro e o neto de Khamenei também morreram no ataque, mas os nomes das supostas vítimas não foram revelados.
Os impactos no mercado, especialmente no petróleo, ainda não estão claros, mas alguns ativos digitais se valorizaram em meio ao tumulto
(Bloomberg) — Os EUA e Israel lançaram ataques coordenados e massivos com mísseis contra o Irã, que mataram o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei. Os ataques tiveram como alvo o aparato militar do país e foram planejados para impedir que ele desenvolva uma arma nuclear.
O Irã respondeu com ataques de mísseis contra alvos em todo o Oriente Médio. Os impactos no mercado, especialmente no petróleo, ainda não estão claros, mas alguns ativos digitais se valorizaram em meio ao tumulto.
Khamenei e a sucessão
O presidente Donald Trump afirmou, em uma postagem em rede social, que Khamenei, apenas o segundo líder supremo do Irã desde a fundação da República Islâmica em 1979, foi morto. Trump chamou Khamenei de “uma das pessoas mais malignas da História” e reiterou seu apelo para que o povo iraniano se levante e derrube o regime.
A mídia estatal iraniana inicialmente rejeitou as alegações de Trump, mas por volta das 5h da manhã em Teerã, a TV oficial confirmou a morte do líder supremo, dizendo que ele foi morto em seu complexo de escritórios. As autoridades decretaram 40 dias de luto nacional.
A morte de Khamenei levanta a questão de quem governará o Irã em seguida, já que ele não havia designado publicamente um sucessor. A Assembleia de Especialistas é o órgão clerical responsável por escolher o líder supremo.
No período interino, um conselho composto pelo presidente, pelo chefe do Judiciário e por um jurista do Conselho Guardião assumirá as funções de liderança. Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, disse que um conselho de liderança temporário se reunirá no domingo.
Alvos
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) informou que os militares atacaram instalações de comando e controle do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC), capacidades de defesa aérea, locais de lançamento de mísseis e drones e bases aéreas militares. Pela primeira vez, os EUA utilizaram drones de ataque unidirecionais de baixo custo em combate, segundo publicação do Centcom na plataforma X.
Trump disse que o bombardeio ao Irã continuará ao longo da semana. Os militares dos EUA afirmaram que não havia relatos de baixas ou ferimentos de combate entre americanos.
A TV estatal iraniana informou no sábado que 201 pessoas foram mortas e 747 ficaram feridas nos ataques, citando o Crescente Vermelho. Cerca de 85 pessoas morreram após um míssil atingir uma escola primária feminina na província de Hormozgan, de acordo com a semi-oficial Agência de Notícias dos Estudantes Iranianos (ISNA).
O comandante da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour, e o ministro da Defesa, Aziz Nasirzadeh, estavam entre os altos funcionários mortos nos ataques.
Retaliação generalizada
O Irã lançou uma onda de ataques com mísseis e drones contra bases americanas e aliados na região, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait e Arábia Saudita. Autoridades mostraram postura desafiadora, com Larijani prometendo que os ataques de domingo seriam mais fortes do que os do dia anterior. Até Omã, que antes havia sido em grande parte poupado, foi alvo de ataques no domingo.
Sistemas de defesa estavam abatendo mísseis e drones sobre os arranha-céus reluzentes e bairros ricos de Dubai, onde moradores relataram ter ouvido mais explosões no domingo. O CENTCOM confirmou alguns danos “mínimos” a instalações dos EUA. Israel também foi alvo.
Num sinal do crescente isolamento do Irã, países de todo o Golfo estão intensificando suas críticas aos ataques iranianos. Embora os Estados árabes sunitas do Golfo historicamente tenham mantido relações tensas com o Irã, de maioria xiita, nos últimos anos países como Arábia Saudita e Emirados vinham tentando melhorar as relações. A crise atual deve representar um revés para esses esforços.
Petróleo
Os mercados de petróleo estão precificando um “ciclo de escalada ampliado”, empurrando o Brent em direção a US$ 80 por barril após os ataques dos EUA ao Irã, de acordo com análise da Bloomberg Intelligence. A Opep+ concordou em princípio no domingo com um aumento ligeiramente maior na produção de petróleo no próximo mês, disseram delegados, à medida que o conflito ameaça impulsionar ainda mais a alta dos preços do petróleo.
O transporte de petróleo e gás segue amplamente paralisado no Estreito de Hormuz, enquanto o Irã intensifica as ameaças a navios que transitam pelo estreito. Mohsen Rezaei, membro do Conselho de Discernimento da Conveniência do Sistema — órgão que assessora o líder supremo do Irã — disse na TV estatal que “nenhum navio americano tem permissão para entrar no Golfo Pérsico”. Mais cedo, os EUA haviam alertado embarcações a se manterem afastadas do Golfo Pérsico e do Mar da Arábia, especificamente a 30 milhas náuticas de ativos militares americanos.
Um pequeno petroleiro, que aparentemente está sob sanções dos EUA por ajudar o Irã a exportar combustíveis, foi alvo de ataque na costa norte de Omã, embora ainda não esteja claro quem foi o responsável.
Perturbações em viagens
Companhias aéreas em todo o Golfo Pérsico estenderam a suspensão de operações à medida que os ataques retaliatórios do Irã entram no segundo dia, causando grandes interrupções em alguns dos aeroportos mais movimentados do mundo. A Emirates, maior companhia aérea internacional do mundo, suspendeu movimentos de voo por tempo indeterminado, enquanto a Etihad Airways estendeu os cancelamentos até as 2h da manhã de segunda-feira. A Qatar Airways informou que todos os voos seguem suspensos e que fornecerá uma atualização às 9h de segunda-feira.
Vários aeroportos no Golfo foram atingidos pelo fogo cruzado. O Aeroporto de Abu Dhabi relatou que uma pessoa morreu e várias ficaram feridas durante a noite, depois que o emirado interceptou um drone iraniano. Os principais aeroportos de Dubai, Bahrein e Kuwait também foram atingidos.
Impacto nos mercados
Todos os olhos estarão voltados para os mercados de energia quando as negociações forem totalmente reabertas na segunda-feira, disseram traders macro, com sinais iniciais de volatilidade também esperados quando o dólar americano e outras moedas começarem a ser negociadas na Austrália.
O simples temor de uma ação militar já havia impulsionado o preço do petróleo na semana passada. O Brent subiu 2,5%, para US$ 72,48 por barril na sexta-feira, o maior fechamento desde julho. No ano, o contrato já acumula alta de quase 20%.
O Bitcoin, por sua vez, ensaiou uma recuperação tímida. Os preços subiram até 2,2%, para US$ 68.196, após o Irã confirmar a morte de Khamenei, antes de recuar para cerca de US$ 66.500 às 6h em Nova York.
Política interna dos EUA
Em um vídeo de oito minutos divulgado imediatamente após o ataque, Trump tentou justificar a ofensiva contra o Irã, apresentando-a como necessária para eliminar um adversário que, segundo ele, espalhou terror muito além de suas fronteiras e matou seu próprio povo, mais recentemente nas manifestações que sacudiram o país.
Ele instou o povo iraniano a se levantar contra a teocracia que governa o país desde 1979, dizendo que o governo era “de vocês para tomar”. Fora algumas postagens em sua própria plataforma de mídia social, o presidente tem permanecido em grande parte fora de cena pública desde o início do conflito.
Até agora, a reação no Congresso se divide majoritariamente segundo as linhas partidárias, com algumas exceções. Os republicanos em geral manifestam apoio à ação militar, enquanto democratas pedem uma votação de uma resolução que limitaria a autoridade do presidente para conduzir ataques.
© 2026 Bloomberg L.P.
Animalzinho foi filmado nas proximidades do Parque de Exposições
Na tarde de ontem, um macaquinho “deu show” ao ser filmado nas proximidades do Parque de Exposições de Vilhena. O pequeno animal atravessou a rua, mas diante do assédio de curiosos, acabou entrando novamente no parque através de um buraco no muro.
Embora o animal não estivesse ameaçando ninguém, uma equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente foi mobilizada para tentar capturá-lo, pois havia o risco de atropelamento do bichinho, que antes de fugir, chegou a se abrigar em uma árvore.
Horas mais tarde, o macaco acabou sendo pego em um trecho da avenida Perimetral no bairro Barão de Melgaço. Após a captura, ele deverá ser devolvido ao seu habitat natural em áreas mata nas proximidades da zona urbana.
Fonte: Folha do Sul
“A República Islâmica do Irã considera seu dever e direito legítimo vingar os perpetradores e idealizadores deste crime histórico”, disse Pezeshkian na TV estatal
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, que reagir a morte do aiatolá Ali Khamenei é um direito e uma obrigação da república islâmica, em comunicado neste domingo (1º). A morte do líder supremo do Irã foi confirmada pelo Irã neste sábado (28) durante os ataques de EUA e Israel.
“A República Islâmica do Irã considera seu dever e direito legítimo vingar os perpetradores e idealizadores deste crime histórico”, disse Pezeshkian na TV estatal.
Pezeshkian definiu o ataque como uma “declaração de guerra contra os muçulmanos”.
Anúncio da morte
A emissora exibiu imagens de arquivo do aiatolá com uma faixa preta em sinal de luto enquanto uma apresentador, vestido de marrom e preto, lia um comunicado oficial.
“A grande nação do Irã lamenta pela nobre alma do líder”, disse o âncora, que parecia emocionado.
O texto afirmava ainda que Khamenei morreu durante o mês sagrado do Ramadã e descrevia sua trajetória como a de uma autoridade religiosa “reverenciada”.
Segundo a TV, o líder supremo “provou o néctar do martírio” e “ascendeu aos céus”. “À Allah pertencemos e a Ele retornaremos”, afirmou o apresentador.
No anúncio transmitido em rede nacional, a emissora não mencionou diretamente o ataque à residência do líder, atribuído a forças dos Estados Unidos e de Israel, ao confirmar a morte. A informação havia sido divulgada horas antes nas redes sociais pelo presidente americano, Donald Trump.
Durante a programação especial, a TV estatal repetiu trechos de discursos antigos de Khamenei e exibiu registros de cerimônias religiosas e encontros com autoridades. O governo iraniano decretou 40 dias de luto oficial e sete dias de feriado nacional.
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica afirmou em um comunicado na mídia estatal iraniana que a morte do líder supremo só tornaria o Irã mais determinado a continuar em seu caminho. O comunicado condenou as ações dos Estados Unidos e de Israel e prometeu punir sua agressão.
Os Guardiões da Revolução, o exército ideológico do Irã, prometeram no domingo, 1, a ofensiva “mais feroz da história” contra Israel e os Estados Unidos, após os ataques lançados desde a véspera que causaram a morte do líder supremo Ali Khamenei.
“A operação ofensiva mais feroz da história das forças armadas da República Islâmica do Irã começará a qualquer momento contra os territórios ocupados e as bases terroristas americanas”, escreveram os Guardiões na plataforma de mensagens Telegram. (com Estadão Conteúdo)
Paradeiro é desconhecido de líder supremo iraniano é desconhecido. Declaração de líder israelense foi feita durante pronunciamento
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse ter “sinais” de que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morreu durante os ataques coordenados pelos Estados Unidos e o exército israelense, neste sábado (28/2), à capital Teerã. O paradeiro de Khamenei é desconhecido.
Em um pronunciamento à população, o premiê afirmou que há “vários sinais” de que o aiatolá “não está mais entre nós”. Netanyahu também garantiu que a operação contra o Irã “continuará enquanto for necessário”.
Segundo a agência de notícias Reuters, uma autoridade de alto escalão do governo israelense disse sob anonimato que Khamenei está morto e que o corpo do líder supremo já foi encontrado.
Autoridades iranianas negam a morte do líder supremo. À emissora ABC News, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou que Khamenei e o presidente Masoud Pezeshkian estão “sãos e salvos”.
Imagens de satélite feitas pela Airbus neste sábado (28/2) mostram a situação da residência do líder supremo do Irã, na capital Teerã, após o ataque.
Entenda o ataque contra o Irã
Após semanas de tensão, os Estados Unidos, em ação coordenada com Israel, atacaram o Irã na manhã deste sábado. A ação, segundo o presidente norte-americano Donald Trump teve como objetivo acabar com ameaças aos norte-americanos, que seriam as armas nucleares supostamente em posse do Irã.
Horas após os ataques dos EUA, a base da Marinha dos Estados Unidos no Bahrein foi alvo de mísseis iranianos, informaram as autoridades norte-americanas.
Segundo o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, o líder Ali Khamenei está vivo “até onde se sabe”. Nas redes sociais, ele avaliou que o “Irã punirá aqueles que matarem nossas crianças. Nossa inimizade não é com o povo americano, que está sendo enganado mais uma vez”, disse.
O governo brasileiro se posicionou contra os ataques e expressou “grande preocupação” diante da situação.
“Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”, disse o governo em nota.
O trailer de Todo Mundo em Pânico 6 está sendo exibido nos cinemas antes de Pânico 7
Todo Mundo em Pânico 6 ganhou seu primeiro trailer. A prévia foi exibida nos cinemas antes das sessões de Pânico 7 e traz referências a produções de terror lançadas em 2025, entre elas Pecadores, um dos maiores sucessos do ano.
Apesar de ainda não ter sido lançado oficialmente, o trailer começou a circular nas redes sociais. Além de Pecadores, o novo capítulo da franquia também faz piadas com títulos como M3GAN, A Hora do Mal, A Substância, Sorria 2 e Terrifier.
Coautor do roteiro e protagonista do longa, Marlon Wayans publicou um vídeo reagindo à prévia enquanto assistia ao trailer em uma sala de cinema. “Acabei de contrabandear o trailer do meu próprio filme. Estamos de volta!”, escreveu ele na legenda.
Lançado em 2000, Todo Mundo em Pânico nasceu como uma sátira da franquia Pânico, criada pela família Wayans. O filme chegou poucos anos após Pânico e Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado, consolidando-se como uma das paródias mais populares do cinema de terror. (Metrópoles)
Durante a exibição do Mais Você, a apresentadora Ana Maria Braga criticou a dinâmica proposta em um dos quadros do programa
Ana Maria Braga reagiu com sinceridade a uma dinâmica exibida no Mais Você desta sexta-feira (27/2). Durante o quadro Feed da Ana, a apresentadora criticou o desafio proposto pela jornalista Ju Massaoka.
A atração mostrava um desafio em que participantes tentavam capturar argolas usando um chifre preso a uma máscara de papelão. Ao assistir a vídeos da brincadeira retirados da internet, Ana Maria comentou: “Gente… É muita falta do que fazer! Vamos combinar?”.
A reação divertiu Louro Mané e a própria Massaoka, que respondeu: “Eu acho que é falta do que fazer, mas às vezes você tem tanto o que fazer que você não quer fazer nada”.
Apesar da crítica, Ana Maria entrou na brincadeira e colocou a máscara para participar da competição. No fim, acabou derrotada pela colega. O Feed da Ana costuma reunir conteúdos virais, desafios, memes e truques que estão em alta nas redes sociais, com a apresentadora testando as tendências ao vivo. (Metrópoles)
Imagens feitas pela Airbus mostram como ficou a residência do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, após ataque dos Estados Unidos
Imagens de satélite feitas pela Airbus neste sábado (28/2) mostram a situação da residência do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, na capital Teerã, após o ataque dos Estados Unidos.
O complexo residencial é o principal local para receber autoridades de alto escalão na capital.
Veja como ficou a residência de Ali Khamenei após o ataque:
Entenda o ataque contra o Irã
Após semanas de tensão, os Estados Unidos, em ação coordenada com Israel, atacaram o Irã na manhã deste sábado. A ação, segundo o presidente norte-americano Donald Trump teve como objetivo acabar com ameaças aos norte-americanos, que seriam as armas nucleares supostamente em posse do Irã.
Horas após os ataques dos EUA, a base da Marinha dos Estados Unidos no Bahrein foi alvo de mísseis iranianos, informaram as autoridades norte-americanas.
Segundo o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, o líder Ali Khamenei está vivo “até onde se sabe”. Nas redes sociais, ele avaliou que o “Irã punirá aqueles que matarem nossas crianças. Nossa inimizade não é com o povo americano, que está sendo enganado mais uma vez”, disse.
O governo brasileiro se posicionou contra os ataques e expressou “grande preocupação” diante da situação.
“Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”, disse o governo em nota. (Metrópoles)
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