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Avião transportando passageiros com hantavírus faz parada de emergência

 Aeronave precisou fazer o pouso devido a uma ruptura em uma das unidades de isolamento

Um avião, supostamente transportando pacientes infectados por hantavírus, fez um pouso de emergência no aeroporto de Ingenio, na ilha de Gran Canaria, na Espanha, nesta quarta-feira (6).



A aeronave parou devido a uma ruptura em uma das unidades de isolamento e continuará sua rota para Málaga, na Espanha. Outro avião transportando pacientes pousou em Amsterdã na tarde desta quarta-feira.


O pouso acontece após Marrocos recusar uma escala, segundo relatos da mídia local.


Um navio de cruzeiro de luxo atingido por um surto de hantavírus e à deriva desde domingo (3) na costa de Cabo Verde deveria partir para a Espanha, após a remoção de três pessoas, duas delas gravemente doentes.


O MV Hondius, com quase 150 pessoas a bordo, deve atracar em Tenerife, nas Ilhas Canárias, em até três dias, disse o ministro da Saúde da Espanha, acrescentando que os passageiros restantes não apresentavam sintomas da doença.


Uma vez em Tenerife, se estiverem saudáveis, todos os cidadãos não espanhóis serão repatriados para seus países, disse a ministra da Saúde da Espanha, Monica Garcia, durante uma coletiva de imprensa em Madri.


Os 14 passageiros espanhóis ficarão em quarentena em um hospital militar em Madri, acrescentou Garcia.


Até o momento, três pessoas morreram em decorrência do surto da doença. (CNN)

Ministério da Saúde destina 67 veículos para transporte de pacientes do SUS em Rondônia

 

Iniciativa inédita do Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde prevê 3,3 mil veículos em todo o país para garantir acesso a atendimentos para quem vive a mais de 50 km, com investimento superior a R$ 1,4 bilhão...



O Ministério da Saúde vai garantir o transporte de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que precisam ser atendidos longe de casa em Rondônia. O estado será contemplado com 67 veículos, sendo 16 ambulâncias, 44 micro-ônibus e 7 vans, destinados a deslocamentos superiores a 50 km até os serviços de saúde. A iniciativa integra o programa Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde e tem como objetivo ampliar o acesso da população a consultas, exames, cirurgias e tratamentos contínuos, como oncologia e hemodiálise. A ação faz parte do Novo PAC Saúde e, em âmbito nacional, prevê a entrega de 3,3 mil veículos, com investimento de R$ 1,4 bilhão.

É a primeira vez que o Ministério da Saúde compra e oferta transporte sanitário diretamente a estados e municípios, enfrentando um dos principais obstáculos no acesso à saúde especializada: a distância entre o local de residência do paciente e os serviços de média e alta complexidade. Dos 3.300 veículos adquiridos, 1.824 serão entregues diretamente às prefeituras para usos em múltiplas finalidades, enquanto os outros 1.476 vão ser direcionados ao transporte de pacientes de radioterapia e hemodiálise.

Em Rondônia, 43 veículos serão destinados diretamente a 43 municípios para uso em múltiplas finalidades, enquanto outros 24 atenderão ao transporte de pacientes em radioterapia e hemodiálise. A definição dos locais de destino desses últimos será pactuada entre o estado e os municípios no âmbito da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a iniciativa representa uma mudança concreta na vida destes brasileiros. No caso do tratamento de câncer, os pacientes do SUS em média precisam se deslocar mais de 140 km. “Muitas pessoas precisam acordar de madrugada, viajar por horas, passar o dia inteiro em tratamento e retornar apenas à noite, muitas vezes em condições precárias. Esse é o caminho do sofrimento que o governo do presidente Lula está transformando. Pelo Agora Tem Especialistas, o Caminhos da Saúde garante dignidade, segurança e qualidade no deslocamento até o atendimento”, afirma.

Confira a lista dos municípios beneficiados

Transporte para garantir acesso dos pacientes a atendimento

Os veículos destinados a atender pacientes da radioterapia e hemodiálise serão distribuídos pelos estados às macrorregiões contempladas, permitindo que gestores locais organizem rotas, fluxos e tipos de transporte de acordo com a realidade de cada território.

A destinação dos veículos do Agora Tem Especialistas - Caminhos da Saúde segue critérios técnicos que consideram as desigualdades no acesso à saúde e a organização regional do SUS. A previsão é que todas as macrorregiões de saúde do país sejam contempladas, com reforço para aquelas com maior número de casos de câncer e maior dependência do SUS.

Para o transporte de pacientes em radioterapia, a divisão leva em conta a oferta de serviços de aceleradores lineares e a necessidade de deslocamento. No caso da hemodiálise, os critérios consideram a distância até os serviços de terapia renal substitutiva. A definição do arranjo para uso dos veículos será pactuada entre o estado e seus municípios na respectiva Comissão Intergestores Bipartite (CIB).

Mais equipamentos e mais recursos para radioterapia no SUS

Além de garantir o transporte, o programa Agora Tem Especialistas também atua para otimizar o uso dos aceleradores lineares disponíveis no país. Cada equipamento tem capacidade para realizar cerca de 700 tratamentos por ano, mas muitos ainda operam abaixo desse potencial.

Para garantir que esses aceleradores atuem em sua capacidade máxima, o Ministério da Saúde estabeleceu incentivos para que os serviços ampliem o atendimento, em um total de R$ 906 milhões por ano. Com isso, cada unidade pode ganhar até 30% mais, dentro de uma nova forma de financiamento que supera de vez a antiga Tabela SUS.

Além disso, neste governo, foram adquiridos mais de 100 aceleradores lineares e já são quase 40 novos aparelhos entregues desde 2023, reforçando a capacidade de atendimento e garantindo mais rapidez no início do tratamento. Com mais equipamentos de ponta, o Ministério da Saúde fortalece os centros regionais de tratamento de câncer, garantindo também atendimento mais perto de casa.

Com essas medidas, somadas a expansão do diagnóstico, consultas e cirurgias, o Governo do Brasil, pelo Agora Tem Especialistas, realiza o maior acesso a assistência oncológica da história do SUS.

O programa visa expandir o atendimento especializado no país e reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias em áreas prioritárias. A iniciativa prevê também a realização de mutirões - incluindo, em março deste ano, o maior mutirão voltado à saúde da mulher, com 230 mil atendimentos; a oferta de serviços pelas Carretas das Saúde, unidades móveis que já atenderam pacientes de mais de 1.700 municípios; e o atendimento de pacientes do SUS por hospitais privados a partir de créditos financeiros para quitar impostos com a União.

Entre os resultados o SUS bateu recorde de cirurgias em 2025, com um total de 14,9 milhões de procedimentos, 42% mais que em 2022. Também registrou recorde de exames (1,3 milhão) e de internações (14 milhões).

FONTE - Ministério da Saúde.

Dois casos suspeitos de meningite em Rolim de Moura colocam saúde em alerta

 Dois casos suspeitos de meningite estão sendo investigados em Rolim de Moura, conforme informou a Secretaria Municipal de Saúde. Até o momento, não há confirmação da doença, já que os exames laboratoriais necessários para o diagnóstico seguem em análise.

Diante da situação, a orientação é que pessoas que tiveram contato com os pacientes procurem a Unidade de Pronto Atendimento para avaliação médica. Caso seja necessário, pode ser realizada profilaxia medicamentosa para reduzir o risco de transmissão. A medida é preventiva e busca evitar possíveis complicações.

A Secretaria reforçou a importância de manter o cartão de vacinação atualizado, destacando que a imunização é uma das principais formas de proteção contra a meningite. A doença é caracterizada pela inflamação das meninges, podendo ser causada por bactérias, vírus, fungos ou outros agentes.

Casos bacterianos são considerados mais graves e exigem tratamento imediato com antibióticos em ambiente hospitalar. Já as formas virais tendem a ser mais leves e tratadas com foco nos sintomas. 

A doença pode deixar sequelas e apresenta risco elevado, especialmente entre crianças, que são as mais afetadas.

As autoridades de saúde seguem monitorando a situação e aguardam os resultados para confirmar ou descartar os casos, enquanto mantêm as medidas de prevenção e orientação à população.

Anvisa libera produção de vacina contra chikungunya no Butantan

 Agência de Saúde autorizou Instituto a produzir imunizante...


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou o Instituto Butantan nesta segunda-feira (4) a fabricar a vacina contra a chikungunya. Batizado de Butantan-Chik, o imunizante será desenvolvido em parceria com a farmacêutica franco-austríaca Valneva.

A vacina contra a chikungunya foi aprovada em abril de 2025 e teve as fábricas da Vanelva como ponto principal de produção. Agora, o instituto brasileiro passa a ser o local principal a produzir o imunizante, que já está liberado no Brasil e poderá ser incorporado ao SUS (Sistema Único de Saúde) em breve.


“Mais um marco importante para o Instituto Butantan e para a saúde da população. Ao executar a maior parte do processo de fabricação, o Instituto Butantan, por ser uma instituição pública, poderá entregar a vacina com um preço menor e mais acessível, com a mesma qualidade e segurança”, afirmou Esper Kallás, diretor do Instituto Butantan.

Eficácia

A vacina da chikungunya foi testada antes de ser liberada oficialmente para aplicação. Nos Estados Unidos, cerca de 4 mil voluntários entre 18 a 65 anos foram testados e, segundo o jornal The Lancet, em 2023, 98,9% dos participantes produziram anticorpos neutralizantes. Os eventos adversos foram considerados leves e a segurança foi bem avaliada.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil teve mais de 127 mil casos de chikungunya em 2025, com 125 óbitos. Globalmente, o número chegou a 620 mil de infectados, de acordo com dados da OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde).

FONTE - Paulo Vito, colaboração para a CNN Brasil.

Governo abre consulta pública sobre genéricos e similares veterinários

 Sociedade tem 45 dias para sugerir regras de registro e prescrição...

São Paulo (SP), 30/01/2026 - Adoção de Pets  na  Casa Adote na Vila Madalena em parceria com o Instituto Ampara Animal e a ONG Encontrei um Amigo.  Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
© Paulo Pinto/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) abriu uma consulta pública, pelo prazo de 45 dias, para a minuta da Portaria 1.590/2026, que estabelece o regulamento técnico para registro de medicamentos genéricos e de similares intercambiáveis de uso veterinário.

A chamada para contribuições tem o objetivo de receber sugestões de melhorias e esclarecimentos do texto para uma futura legislação.

As sugestões devem ser tecnicamente fundamentadas e deverão ser encaminhadas por meio do Sistema de Monitoramento de Atos Normativos (Sisman), da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa.

É necessário estar cadastrado previamente no Solicita.

minuta da portaria estabelece distinções entre os tipos de medicamentos de uso veterinário:

  • medicamento de referência: o medicamento registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária e que possui eficácia e segurança comprovadas, de acordo com os requisitos estabelecidos em normas vigentes.
  • medicamento genérico: identificado apenas pela Denominação Comum Brasileira (DCB), de cada princípio ativo. É expressamente proibido o uso de nome comercial.
  • similar intercambiável: identificado por nome comercial, que foi registrado com base em estudos de comparabilidade com medicamento de referência indicado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. Este tipo não pode usar apenas a DCB ou Denominação Comum Internacional (DCI) da substância ativa como marca comercial do produto.

Portaria

De acordo com a portaria, a equivalência terapêutica ficará comprovada quando dois medicamentos equivalentes farmacêuticos possuírem a mesma eficácia, segurança e período de carência, quando administrados na mesma dose e via de administração.

A comprovação de bioequivalência ou da equivalência farmacêutica deverá ser realizada por um laboratório reconhecido.

As compras governamentais de medicamentos de uso veterinário e as prescrições de medicina veterinária deverão adotar obrigatoriamente a denominação genérica do princípio ativo (Denominação Comum Brasileira - DCB) ou, na sua falta, a Denominação Comum Internacional (DCI).

Nas aquisições de medicamentos, o medicamento genérico, quando houver, terá preferência sobre os demais em condições de igualdade de preço.

Nas prescrições de medicina veterinária, é opcional o acréscimo do nome comercial ou da marca do medicamento.

As empresas que possuem produtos com nomes que usam a DCB/DCI, mas que não são genéricos, têm dois anos para alterar o nome comercial e retirar a denominação genérica da marca, a partir da publicação do texto final da portaria.

O Mapa também estabelece que todas as embalagens dos medicamentos genéricos devem ter a frase Medicamento genérico de uso veterinário.

Exceções

A regulação da portaria do Ministério da Agricultura sob consulta pública não abrange os seguintes produtos de uso veterinário:

  • produtos biológicos;
  • fitoterápicos;
  • derivados do plasma e do sangue;
  • cosméticos veterinários;
  • produtos com fins diagnósticos;
  • radiofármacos; e
  • gases medicinais.

Após a escuta da sociedade, em 29 de maio o Mapa fará a consolidação, análise e resposta das contribuições recebidas, em prazo a ser definido pela pasta.

FONTE - AGENCIA BRASIL.

Anvisa manda recolher lote de dipirona com desvio de qualidade

 Medicamento é produzido pela Hypofarma...

remédio
© Fábio Pozzebom/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quarta-feira (8) o recolhimento de um lote de dipirona monoidratada 500 mg/ml (caixa com 100 ampolas com 2 ml de solução) produzido pela Hypofarma.

A resolução, publicada no Diário Oficial da União, também suspende a comercialização, a distribuição e o uso do lote 24112378 do produto. Segundo o texto, foi confirmado desvio de qualidade por presença de material particulado (não dissolvido) estranho à formulação.

Agência Brasil entrou em contato com a Hypofarma e aguarda posicionamento.

FONTE - AGÊNCIA BRASIL

Roda do CCI completa 1 ano promovendo alegria a idosos

 Iniciativa garante acolhimento e fortalecimento da saúde mental...

A rotina da aposentada Raimunda de Souza, de 81 anos, ganhou um novo significado depois que ela passou a frequentar a roda de conversa do Centro de Convivência do Idoso (CCI), em Porto Velho. Morando sozinha, ela encontrou no espaço um motivo para sair de casa e conviver com outras pessoas.


É muito bom participar das atividades do CCI porque aqui não fico sozinha, destacou Raimunda de Souza

“Eu estou desde o começo na roda de conversa no ano passado. Eu moro sozinha e, por conta da idade, preciso sair de casa para conversar e ver outras pessoas. Eu sou muito feliz em participar desse encontro. É muito bom participar das atividades do CCI porque aqui não fico sozinha, fico acompanhada de pessoas maravilhosas”, destacou.

Aos 75 anos, dona Marli Feitosa também faz parte do grupo desde o início e destaca o acolhimento nos encontros semanais. “A gente tem muito problema em casa e aqui com a psicóloga é muito bom, porque ela orienta a gente. A gente vem pra cá e é bom demais, é a nossa segunda casa”, afirma a aposentada.

SAÚDE E ACOLHIMENTO

Sebastião Leitão de Araújo ressalta que a roda reúne, em média, de 25 a 35 idosos por encontro

Para a participante Francisca de Alencar, de 72 anos, frequentar a roda de conversa foi essencial para superar momentos difíceis. “Eu estava com depressão e ansiedade, ficava em casa isolada. Quando eu vim pra cá gostei muito, passou minha ansiedade e hoje sou feliz. Gosto de dançar, conversar e aqui eu faço tudo isso. Agora eu tenho vontade de sair de casa, tomar banho e me arrumar”, relata a aposentada.

Já dona Georgina Aparecida, de 67 anos, encontrou na roda de conversa um ponto de apoio fundamental em um dos momentos mais delicados de sua vida. Após enfrentar perdas familiares e, logo em seguida, receber o diagnóstico de câncer, ela relata que chegou a se sentir sem forças até mesmo para as atividades mais simples do dia a dia.

“Eu estava numa situação muito difícil, tinha dias que não conseguia nem levantar da cama. Não tinha ânimo mais para nada na minha vida. Quando a psicóloga chegou aqui no CCI, tudo fez diferença. Foi um suporte muito grande pra mim. Hoje eu sou muito feliz por essa roda de conversa”, completa Georgina.

ENVELHECER COM DIGNIDADE

uando eu vim pra cá gostei muito, passou minha ansiedade e hoje sou feliz, disse Francisca de Alencar

As histórias de superação refletem o impacto da roda de conversa promovida pela Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), que completa um ano de atividades no Centro de Convivência do Idoso. A iniciativa acontece todas às quartas-feiras, a partir das 8h, reunindo idosos em encontros semanais que valorizam as histórias de vida, fortalecem vínculos e trabalham, principalmente, a saúde mental.

De acordo com a psicóloga do CCI, Elizabeth Hurtado, o projeto tem como foco promover interação e acolhimento. “Completamos um ano de atividade com nossos idosos. O objetivo é trazer as pessoas da terceira idade para poderem interagir nessas reuniões. Muitas vezes eles se sentem deixados de lado, e aqui percebem que não estão sozinhos. A gente busca minimizar as dores da alma”, explicou Elizabeth.

O assistente social Sebastião Leitão de Araújo ressalta que a roda reúne, em média, de 25 a 35 idosos por encontro e nasceu a partir de uma experiência pessoal. Ao completar um ano, a roda de conversa do CCI se consolida como uma importante ferramenta de cuidado, acolhimento e promoção da qualidade de vida da pessoa idosa em Porto Velho.

“Eu passei por um luto, perdi minha esposa, e foi uma dor muito grande. A nossa vida é um grande aprendizado, e no meu sofrimento eu trouxe essa roda de conversa. Hoje vemos o quanto ela tem ajudado outras pessoas. Agradeço ao prefeito Léo Moraes pela oportunidade em oferecer esse espaço aos idosos de Porto Velho”, finalizou o assistente social.

Texto: André Oliveira
Edição: Secom
Fotos: Hellon Luiz

Secretaria municipal de comunicação (Secom)

Servidor do Detran-RO confirma diagnóstico de Mpox e relata sintomas em vídeo nas redes sociais; veja

 O servidor do Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran-RO) Sáimon Flores informou que testou positivo para Mpox e decidiu relatar o caso publicamente nas redes sociais. Em um vídeo, ele descreveu os sintomas iniciais, explicou como chegou ao diagnóstico e orientou que pessoas com sinais suspeitos procurem atendimento médico.




Segundo o próprio servidor, os primeiros sintomas apareceram com lesões na pele e desconfortos físicos, o que motivou a busca por assistência médica. Após avaliação clínica e exames laboratoriais, a infecção foi confirmada. Ele afirmou que tornou a situação pública para alertar amigos, familiares e contatos recentes sobre a necessidade de atenção a possíveis sintomas compatíveis com a doença.

No relato, Sáimon também disse que segue as orientações médicas e permanece em isolamento, medida indicada para reduzir o risco de transmissão. A Mpox é uma infecção viral associada principalmente ao contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados, como roupas e objetos pessoais.

Entre os sintomas mais comuns estão febre, dores musculares, aumento dos gânglios linfáticos e o surgimento de erupções ou lesões cutâneas. A Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau) informou que monitora ocorrências suspeitas e confirmadas e orienta que pessoas com sintomas procurem unidades de saúde para avaliação, além de reforçar medidas de prevenção, como evitar contato direto com lesões, não compartilhar objetos pessoais e manter hábitos de higiene.



Jovem de 21 anos que ficou paraplégico após acidente será o primeiro mato-grossense a tentar recuperar movimentos com polilaminina

 Aplicação foi feita no Hospital Regional de Rondonópolis, na semana passada... 


Kawan Vinnicyus Soares dos Santos, de 21 anos, da cidade de Rondonópolis, é o primeiro matogrossense a receber a polilaminina, proteína descoberta pela pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Tatiana Coelho de Sampaio, associada à recuperação de conexões nervosas na medula espinhal e que pode levar à retomada da função motora em pacientes paraplégicos ou tetraplégicos.

A aplicação foi feita no Hospital Regional de Rondonópolis, na semana passada. A madrasta de dele, Ana Alice Soares dos Santos, conversou com o site Olhar Direto, e explicou que o próprio Kawan, com auxílio do pai, Ailton Celestrino dos Santos, foi o responsável por conseguir a inclusão na pesquisa e ser o 28º brasileiro a receber o composto.

Em 14 de novembro de 2025, em Rondonópolis, Kawan estava indo trabalhar de moto, quando colidiu contra um caminhão que invadiu a preferencial da via, o que perfurou seus dois pulmões e causou rompimento completo da coluna, entre a T8 e T9, o que lhe deixou com paraplegia.

Emocionado, ele gravou um vídeo agradecendo toda a equipe médica e, principalmente, a doutora Tatiana Sampaio, a equipe dela e o Laboratório Cristália e o médico Gabriel Chaves, que será o responsável pelo seu acompanhamento até que ele inicie o processo no Hospital Sarah, em Brasília.

“Estou contente, estou alegre, feliz, por essa honra, é uma honra muito grande, para a qual Deus me escolheu, me abençoou, me permitiu estar participando. Bom, agora é esperar que tudo venha dar certo e, se Deus permitir, voltar a recuperar o movimento das pernas”, disse Kawan.

A pesquisa liderada por Tatiana tomou conta das redes sociais e da imprensa mundial por ser considerada promissora. Apesar de a comunidade científica pedir cautela na aplicação da proteína até a conclusão de estudos clínicos controlados, o que não tem prazo para acontecer, alguns resultados foram animadores, como o caso do paciente Diogo Brollo, que rompeu a coluna após cair de um prédio. Ele passou por três hospitais até receber a aplicação. Semanas depois, o resultado apareceu. Atualmente, Diogo controla a própria bexiga e faz movimentos de joelhada.

A Anvisa também aprovou o início de um estudo clínico oficial com a polilaminina para o próximo mês. Se as três fases de testes forem bem-sucedidas, a substância poderá estar disponível em até cinco anos.

Para garantir que Kawan Vinnicyus fosse o primeiro mato-grossense a receber a proteína, e o 28º do país, Ana Alice, Ailton e Kawan tiveram que enfrentar uma série de obstáculos desde o acidente, que causou desespero na família devido a gravidade e porque o jovem era aguerrido nas atividades físicas e amava correr, inclusive sendo atleta de corrida. Segundo ela, após oito dias na UTI, a família o recebeu em casa sem estrutura adequada. “Não tínhamos cadeira de banho, cadeira de rodas, nada. Recebemos ele ferido, direto para casa”, relatou.

Após buscar apoio em hospitais, da empresa do caminhoneiro e do poder público, já em dezembro, com a repercussão da pesquisa de Tatiana Sampaio, Kawan passou a buscar informações sobre a polilaminina e descobriu o contato do laboratório responsável pela aplicação atuava em parceria com a pesquisadora.

De acordo com a madrasta, o primeiro contato por e-mail foi negado, pois o protocolo inicial previa pacientes com até 72 horas de lesão. Mesmo assim, Kawan insistiu após tomar conhecimento de um caso em que houve autorização judicial em outro estado. A família chegou a consultar um advogado, mas desistiu após desconfianças. Persistindo na busca, encontraram uma advogada de confiança que conseguiu contato com um integrante da equipe da pesquisadora.

O passo seguinte foi obter um laudo médico que indicasse a necessidade da aplicação. Após passar por três profissionais em Rondonópolis, Kawan conseguiu atendimento particular com o médico Gabriel Chaves, que elaborou o documento e se propôs a ajudá-lo. Com a documentação e com a lesão já na fase subaguda, etapa contemplada pela pesquisa, o material foi encaminhado à equipe de Tatiana, que realizou reunião com o médico local e definiu a aplicação no Hospital Regional de Rondonópolis, ocorrida nesta quarta-feira (26).

Segundo Ana Alice, dois médicos do Rio de Janeiro, Arthur Luís Freitas Fortes e Luís Felipe Lobo Ferreira,integrantes da equipe da pesquisadora, vieram ao município para realizar o procedimento juntamente com o médico responsável pelo acompanhamento. A aplicação foi feita diretamente no local da lesão. Kawan seguirá sendo monitorado pelo médico assistente e pela equipe da pesquisa.

A madrasta lembrou que se trata de tratamento experimental e que não há previsão imediata de recuperação motora. O jovem iniciará terapia intensiva e exercícios de reabilitação e já é paciente do Hospital Sarah Kubitschek, referência em reabilitação, onde será internado no dia 29 de abril para dar continuidade ao tratamento.

Evangélica, Ana Alice afirmou que a família mantém a expectativa de evolução clínica e disse que o enteado é disciplinado e determinado. “O mérito é do Kawan. Ele não desistiu”, declarou. Segundo ela, a divulgação do caso também tem o objetivo de orientar outras famílias que enfrentam situações semelhantes e buscam o tratamento.

FONTE - OLHAR DIRETO.

Atendimentos dos casos de Mpox são expandidos pela prefeitura de PVH

 Novo fluxo será realizado em três UBS específicas, com equipe exclusiva e treinamento prévio


A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) inicia, a partir desta segunda-feira (2), um novo fluxo de atendimento para casos suspeitos de Mpox em Porto Velho. A medida foi definida após análise técnica dos atendimentos realizados nas últimas semanas.

Segundo a secretaria, os casos registrados até o momento não apresentaram critérios clínicos de urgência ou emergência e podem ser atendidos com segurança na Atenção Básica.

Com a reorganização, os atendimentos para casos suspeitos passam a ser realizados exclusivamente nas seguintes unidades:

U.S.F. Manoel Amorim de Matos – Rua Angico, nº 5030, bairro Cohab
Unidade de Saúde da Família Aponiã – Rua Andréia, nº 5383, bairro Aponiã
U.S.F. Socialista – Rua Mané Garrincha, s/n, bairro Socialista

Semusa designou uma equipe exclusiva para esses atendimentos

Para garantir que o novo fluxo não comprometa o funcionamento regular das unidades, a Semusa designou uma equipe exclusiva para esses atendimentos, composta por médico, técnico de laboratório e servidor administrativo. Este último também será responsável pelas notificações no sistema nacional de vigilância, assegurando o acompanhamento adequado dos casos.

Na sexta-feira (27), as equipes participaram de treinamento específico sobre manejo clínico, coleta de amostras e organização do fluxo assistencial.

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, destacou que a medida fortalece a organização da rede municipal de saúde. “Estamos estruturando o atendimento de forma responsável e estratégica. A definição de um fluxo específico garante mais eficiência, evita deslocamentos desnecessários e assegura atendimento com qualidade e segurança à população.”

Situação atual

Semusa orienta que pessoas com sinais e sintomas suspeitos de Mpox procurem atendimento médico

Em 2026, o município registrou nove casos confirmados de Mpox. Desses, sete pacientes seguem em isolamento domiciliar, em estado estável e sob monitoramento das equipes de saúde. Dois casos já foram encerrados, com alta.

O acompanhamento é realizado por até 21 dias ou até a completa resolução das lesões, com monitoramento das equipes de vigilância.

O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, reforçou a orientação à população. “Os casos estão sendo monitorados continuamente. É fundamental que qualquer pessoa com suspeita procure uma das três unidades de referência. Caso busque outra unidade, será atendida e encaminhada corretamente. Estamos acompanhando cada situação com responsabilidade e transparência.”

Sintomas e cuidados

A Semusa orienta que pessoas com sinais e sintomas suspeitos de Mpox — como febre, ínguas (linfonodos inchados), dores no corpo e de cabeça, calafrios, fraqueza e lesões na pele — procurem atendimento médico.

Entre as principais medidas de prevenção estão:
Evitar contato direto com lesões de pele de outras pessoas;
Não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas e roupas de cama;
Higienizar as mãos com frequência;
Observar o surgimento de febre e lesões na pele.

A Secretaria reforça que mantém vigilância ativa e acompanhamento contínuo do cenário epidemiológico no município.

Texto:: Taiana Mendonça
Foto: Arquivo / Secom
Edição: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Casos de Mpox chegam a oito em Rondônia após confirmação de infecções em mulher e criança

 Rondônia passou a registrar oito casos confirmados de Mpox após a identificação de mais dois diagnósticos nesta quarta-feira (25), de acordo com a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa). As novas ocorrências envolvem duas pacientes do sexo feminino, uma mulher de 28 anos e uma criança de 8 anos, ambas em Porto Velho.



Com a atualização, o conjunto de pessoas diagnosticadas no estado reúne cinco homens entre 20 e 35 anos, uma adolescente de 16 anos e as duas pacientes confirmadas agora, totalizando oito infectados. Todos passaram por avaliação clínica, receberam orientações e seguem em isolamento.

A mpox é uma doença viral que pode provocar febre e lesões na pele, com possibilidade de evolução para bolhas e feridas. 

A orientação das autoridades de saúde é que qualquer pessoa com lesões suspeitas, com ou sem febre, procure atendimento em unidades de saúde. O estado mantém vigilância epidemiológica e monitoramento dos casos.

A transmissão entre humanos ocorre principalmente pelo contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. Também há risco por meio do compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais provenientes das lesões.

Entre os sintomas associados estão manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo, que podem vir acompanhadas de febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse. 

Em situações de suspeita, a recomendação é buscar avaliação médica e, em caso de confirmação, adotar medidas para reduzir a transmissão e seguir o manejo clínico indicado para cada paciente.

Como prevenção, a orientação inclui higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel, não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais, evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que apresentem lesões na pele e manter isolamento imediato diante de suspeita ou confirmação.

Equipamentos com tecnologia de IA agilizam exames no Pronto-Socorro João Paulo II, em Porto Velho

 

Com o objetivo de garantir atendimento eficaz e assistência imediata aos pacientes, o governo de Rondônia passou a utilizar, no Pronto-Socorro João Paulo II, em Porto Velho, equipamentos com tecnologia de Inteligência Artificial (IA) para a realização de exames. O recurso permite análises em tempo recorde, para alguns casos em apenas um minuto, oferecendo diagnósticos mais precisos e reduzindo o tempo de resposta em situações de urgência e emergência.

Hospitais estaduais já começam a aderir ao uso de equipamentos e assistentes virtuais, integrando a IA ao Sistema Único de Saúde (SUS). A expectativa é que a tecnologia contribua para maior eficiência nos diagnósticos e tratamentos em todo o estado.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, os novos métodos são resultados de investimentos do governo na saúde do estado. “A Inteligência Artificial se tornou uma parceira poderosa. Com a tecnologia avançando, a utilizamos em favor de quem mais precisa. Assim, seguimos fortalecendo a rede pública e garantindo o melhor atendimento para o cidadão”, ressaltou.

ATENDIMENTOS E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Uma das ferramentas em uso no Pronto-Socorro João Paulo II é a Lívia IA, assistente virtual brasileira desenvolvida especialmente para profissionais da saúde. Treinada por médicos, ela auxilia na tomada de decisões clínicas com foco em agilidade, precisão e segurança, tornando-se uma aliada fundamental no atendimento hospitalar.

Segundo o médico emergencista que atua na unidade, Vinicius Nogueira, “com a IA conseguimos analisar um volume muito maior de informações em menos tempo. Ela nos dá suporte para identificar padrões que, a olho nu, poderiam passar despercebidos”, explicou.

Na prática, exames como ecocardiogramas e ultrassonografias point of care são realizados com base em algoritmos de inteligência artificial, o que garante acesso rápido e simplificado, facilitando a jornada do paciente dentro do hospital.

As especialidades que mais utilizam a ferramenta na unidade são:

  • Medicina de emergência;
  • Cardiologia;
  • Radiologia; e
  • Diagnósticos por imagem.

O titular da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Jefferson Rocha, salientou que a Inteligência Artificial representa um avanço decisivo. “Com o grande fluxo de pacientes no Pronto-Socorro, cada minuto faz diferença. A tecnologia nos permite reduzir o tempo de espera e otimizar processos, o que significa atender muito mais pessoas em menos tempo, sem perder qualidade. A IA garante diagnósticos rápidos e precisos, ampliando nossa capacidade de resposta e oferecendo um cuidado de ponta para os usuários do SUS em Rondônia.”

fonte - SECOM RO.

CPF é utilizado com identificação do SUS em Porto Velho

 Mudança adotada pelo Ministério da Saúde moderniza o cadastro dos usuários...

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) informa que o Cadastro Nacional de Saúde passa a utilizar o CPF como identificador principal dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme diretriz do Ministério da Saúde. A medida moderniza o sistema, promove maior integração das informações e facilita o acesso da população aos serviços da rede municipal.

Com a atualização, o CPF passa a substituir gradualmente o número antigo do Cartão Nacional de Saúde (CNS) como chave principal de identificação do cidadão no sistema. A mudança permite unificar registros, evitar duplicidades e tornar o atendimento mais ágil nas unidades de saúde.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, a atualização representa um avanço importante para a gestão e para o usuário do SUS. “Essa integração traz mais segurança às informações e mais eficiência ao atendimento. O uso do CPF como identificador único reduz inconsistências cadastrais e facilita o acesso do cidadão aos serviços de saúde”, destacou.

A diretora do Departamento de Atenção Básica, Raphaela Castiel, explica que a mudança impacta diretamente na rotina das unidades. “Com o CPF como identificador principal, conseguimos localizar o cadastro do paciente de forma mais rápida no sistema, isso reduz o tempo de espera e evita retrabalho”, afirmou.

Atualização cadastral e orientação aos usuários

Embora o atendimento no SUS seja assegurado a todos, a apresentação de documento oficial com foto e CPF é fundamental para agilizar o atendimento e evitar inconsistências no cadastro. A ausência dessas informações pode demandar conferência manual e atualização de dados, o que pode aumentar o tempo de espera.

A Semusa orienta que os usuários mantenham seus dados atualizados e apresentem documento oficial com foto e CPF nos atendimentos, sempre que possível, para facilitar a identificação no sistema e garantir o registro correto dos procedimentos realizados.

A modernização do cadastro integra a estratégia nacional de qualificação das bases de dados do SUS, fortalecendo a gestão da saúde pública e garantindo mais eficiência, transparência e segurança no atendimento à população.

Texto: Taiana Mendonça
Edição: Secom
Fotos: Arquivo / Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Prefeitura atualiza emissão de receitas para medicamentos controlados

 Mudança segue norma da Anvisa e garante mais agilidade para profissionais e pacientes...


Com a mudança, médicos e instituições de saúde passam a ter autonomia para imprimir os blocos de notificação em gráficas autorizadas

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) e do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), atualizou o sistema de emissão de receitas para medicamentos de controle especial. A medida atende às diretrizes da Anvisa (RDC nº 1.000/2025) e simplifica o processo de confecção dos receituários.

Com a mudança, médicos e instituições de saúde passam a ter autonomia para imprimir os blocos de notificação em gráficas autorizadas, mediante solicitação prévia de numeração junto à Vigilância Sanitária Municipal. Antes, as notificações de receita amarela eram confeccionadas exclusivamente pela autoridade sanitária.

“Estamos padronizando, uniformizando a gestão dos nossos atendimentos aos pacientes. Isso significa mais agilidade para os profissionais e à população”, disse o prefeito Léo Moraes.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, a atualização fortalece a rede municipal. “A medida traz mais eficiência ao trabalho dos profissionais e reduz o risco de desabastecimento de receituários, evitando interrupções no tratamento dos pacientes”.

Para o cidadão, a principal mudança é a redução do risco de falta de formulários nas unidades de saúde e consultórios, garantindo a emissão da receita no momento da consulta. Receitas emitidas no modelo anterior continuam válidas até o prazo de vencimento.

Para profissionais e instituições, permanecem obrigatórias a solicitação prévia de numeração e o cumprimento dos critérios técnicos estabelecidos pela Vigilância Sanitária. O controle passa a ser integrado ao Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR), ampliando a rastreabilidade e a segurança na emissão dos documentos.

A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Geisa Brasil Ribeiro, destacou que a integração ao sistema nacional reforça o monitoramento e a transparência. “A centralização das informações amplia o controle das notificações e reduz riscos de irregularidades, ao mesmo tempo em que garante mais autonomia aos prescritores dentro das normas técnicas”.

Profissionais e instituições que ainda não possuem cadastro para solicitar numeração devem procurar o Núcleo de Controle de Risco Sanitário (Nucris). As orientações estão disponíveis no site da Vigilância Sanitária Municipal ou pelo e-mail: nucris.dvisa@portovelho.ro.gov.br

Texto: Taiana Mendonça

Imagens: Arquivo

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)